Ano A · Semana II
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1E eu, quando fui ter convosco, irmãos, fui não com sublimidade de estilo, ou de sabedoria, a anunciar-vos o testemunho de Cristo. 2Porque julguei não saber coisa alguma entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. 3E eu estive entre vós em fraqueza, e temor, e grande tremor: 4Tanto a minha conversação, como a minha pregação não consistiu em palavras persuasivas de humana sa.bedoria, mas em demonstração de espírito, e de virtude: 5Para que a vossa fé não se funde em sabedoria de homens, mas na virtude de Deus.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
97Quanto amo a tua lei; passo o dia todo a meditá-la.
98Teu preceito me faz mais sábio que meus inimigos, porque sempre me acompanha.
99Sou mais sábio que todos os meus mestres, porque medito teus testemunhos.
100Entendo mais que os anciãos, porque observo teus preceitos.
101Preservei meus pés de todo mau caminho, para guardar tua palavra.
102Não me afasto de tuas normas, porque és tu que me instruis.
16Foi então a Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, no dia de sábado, foi à sinagoga e levantou-se para fazer a leitura. 17Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, encontrou o lugar onde está escrito: 18“O Espírito do Senhor está sobre mim, pois ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Nova aos pobres: enviou-me para proclamar a libertação aos presos e, aos cegos, a recuperação da vista; para dar liberdade aos oprimidos 19e proclamar um ano de graça da parte do Senhor”. 20Depois, fechou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-se. Os olhos de todos, na sinagoga, estavam fixos nele. 21Então, começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir.” 22Todos testemunhavam a favor dele, maravilhados com as palavras cheias de graça que saíam de sua boca. E perguntavam: “Não é este o filho de José”? 23Ele, porém, dizia: “Sem dúvida, me citareis o provérbio: ‘Médico, cura-te a ti mesmo’. Tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum, faze também aqui, na tua terra!” 24E acrescentou: “Em verdade, vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra. 25Ora, a verdade é esta que vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e uma grande fome atingiu toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado o profeta Elias, senão a uma viúva em Sarepta, na Sidônia. 27E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel, mas nenhum deles foi curado, senão Naamã, o sírio”. 28Ao ouvirem estas palavras, na sinagoga, todos ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no para o alto do morro sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de empurrá-lo para o precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.