Ano A · Semana II
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB14Buscai o bem, e não o mal, para que vivais, e o Senhor Deus dos exércitos será convosco, como vós dissestes. 15Aborrecei o mal, e amai o bem, e restabelecei na Porta a justiça: A ver se acaso o Senhor Deus dos exércitos se compadece das relíquias de José. 21Eu aborreço, e tenho rejeitado as vossas festas: E não receberei o cheiro dos vossos ajuntamentos. 22Porque se vós me oferecerdes os vossos holocalstos, e os vossos presentes, eu os não aceitarei: E não porei os olhos nos sacrifícios das hóstias pingues, que me oferecerdes em cumprimento dos vossos votos. 23Aparta de mim o estrépito dos teus cânticos: Nem eu cuvirci as árias que cantares ao som da tua lira. 24E os meus juízos se darão a ver contra vós, como una ígua que transborda, e a minha justiça, como uma impetuosa torrente.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
7“Ouve, meu povo, deixa-me falar, Israel, vou testemunhar contra ti: Eu sou Deus, o teu Deus.
8Não vou censurar-te por teus sacrifícios, pois teus holocaustos estão sempre à minha frente.
9Não aceito bezerros de tua casa nem cabritos de teus rebanhos.
10Pois são minhas todas as feras da floresta, e também os animais dos montes, aos milhares;
11conheço todas as aves do céu e possuo tudo o que se move nos campos.
12Se eu tivesse fome, não iria falar contigo, pois é meu todo o universo e o que nele existe.
13Por acaso comerei carne de touros ou beberei sangue de cabritos?
16Porém ao ímpio Deus diz: “Por que te preocupas em repetir meus preceitos e recitar minha aliança com a boca,
17sendo que odeias a disciplina e desprezas minhas palavras?
28E quando Jesus passou à outra parte do lago, ao pais dos gerasenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados, que saíam dos sepulcros, em extremo furiosos, de tal maneira que ninguém ousava passar por aqueles. camuntios. 29E gritaram logo ambos, dizendo: Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui atormentarnos antes de tempo? 30Ora em alguma distância deles andava uma manada de muitos porcos pastando. 31E os demônios o rogavam, dizendo: Se nos lanças daqui, manda-nos para a manada dos porcos. 32E ele lhes disse: Ide. E saindo eles se foram aos porcos, e no mesmo ponto toda a manada correu imcidades, e dos povoados, para que os cadáveres não infeccionasem o ar com a sua corrupção, e porque os que se chegavam a ele ficavam impuros, segundo a lel. Nura 19, 11. petuosamente por um despenhadeiro a precipitar-se no mar: E morreram afogados nas águas.* 33E os pastores fugiram: E vindo à cidade, contaram tudo, e o sucesso dos que tinham sido endemoninhados. 34E logo toda a cidade saiu a encontrar-se com Jesus: E quando o viram, pediram-lhe que se retirasse do seu terno. 1•. Entrando em uma barca, passou à outra banda, e foi à sua cidade.. 2 E eis-que lhe apresentarani um paralítico, que jazia em um leito. E vendo Jesus a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem confiança, perdoados te são teus pecados. 3 E logo alguns dos escribas disseram dentro de "si: Este blasfema.: 4 E como visse Jesus os pensamentos deles, disse: Por que cogitais mal nos vossos corações? • E FOI A SÍA CIDADE — A Cafarnaum, onde costumava habitar. A FÉ DELES — A do paralítico, é a dos que o traziam.