Santa Maria Madalena
Padroado
- pecadores arrependidos e convertidos (devoção popular)
- farmacêuticos e perfumistas (devoção popular)
- cabeleireiros (devoção popular)
Ano A · Semana II
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBBOu: 2Cor 5,14-17
1A esposa. Eu busquei de noite no meu leito aquele a queni ama a minha alma: Busquei-o: E não o achei os seus filhinhos, isto é, os bons pensamentos, e enternecidos aletos, que tanto lhe agradam, e sobremaneira o lisonjeiam. Poucos são os que podem dizer: "O meu amado é para mim e eu para ele". Assim nos diz aquele que de todos os seus sentidos está unido a Deus e não sabe cuidar noutro objeto. Não aquele a quem não basta o Filho de Deus, em queni se acha tudo. Não aquele, que tendo-se-lhe mandado que vendesse todos os seus bens e os desse aos pobres, se entristeceu. Mas di-lo aquele que pode dizer com Pedro: "Eis aqui deixamos nós tudo e fomos em teu seguimento." — Santo Ambrósio. 2Levantar-me-ci, e rodearei a cidade: Buscarei pelas ruas e praças públicas aquele a quem ama a minha alma: Busquei-o, e não o achei. 3Os guardas, que rondam a cidade, me encontraram, e eu lhes disse: Vistes porventura aquele a quem ama a minha alma? 4A poucos passos, que me tinha apartado deles, achei eu aquele a quem ama a minha alma: E agarrar-ine-ei a ele: Nem o largarei, até o não introduzir em casa de minha mãe, e levar à câmara daquela que me gerou.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
2Ó Deus, tu és o meu Deus, desde a aurora te procuro. De ti tem sede a minha alma, anela por ti minha carne, como terra deserta, seca, sem água.
3Assim no santuário te busquei, para contemplar teu poder e tua glória.
4Pois tua graça vale mais que a vida, meus lábios proclamarão o teu louvor.
5Assim te bendirei enquanto eu for vivo, no teu nome eu erguerei minhas mãos.
6Eu me saciarei como num farto banquete e com vozes de alegria te louvará minha boca.
8pois tu foste meu auxílio; exulto de alegria à sombra de tuas asas.
9A ti está ligada a minha alma, a tua mão direita me sustenta.
1No primeiro dia da semana, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, Maria Madalena foi ao túmulo e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. 2Ela saiu correndo e foi se encontrar com Simão Pedro e com o outro discípulo, aquele que Jesus mais amava. Disse-lhes: “Tiraram o Senhor do túmulo e não sabemos onde o colocaram”. 11Maria tinha ficado perto do túmulo, do lado de fora, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se para olhar dentro do túmulo. 12Ela enxergou dois anjos, vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. 13Os anjos perguntaram: “Mulher, por que choras”. Ela respondeu: “Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram”. 14Dizendo isto, Maria virou-se para trás e enxergou Jesus, de pé, mas ela não sabia que era Jesus. 15Jesus perguntou-lhe: “Mulher, por que choras? Quem procuras?” Pensando que fosse o jardineiro, ela disse: “Senhor, se foste tu que o levaste, dize-me onde o colocaste, e eu irei buscá-lo”. 16Então, Jesus falou: “Maria!” Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: “Rabûni!” (que quer dizer: Mestre). 17Jesus disse: “Não me segures, pois ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”. 18Então, Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: “Eu vi o Senhor”, e contou o que ele lhe tinha dito.
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