Ano A · Semana II
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB26Vede pois, irãos, a vossa vocação, porque chamados não foram muitos sábios segundo a carne, não muitos poderosos, não muitos nobres: 27Mas as coisas que há loucas do mundo escolheu Deus para confundir aos sábios: E as coisas fracas do mundo escolheu Deus para confundir as fortes: 28E as coisas vis, e despreziveis do mundo escolheu Deus, e aquelas que não são, para destruir as que são: 29Para que nenhum homem se glorie na presença dele. 30E do mesmo vem serdes vós o que sois em Jesus Cristo, o qual nos tem sido feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção: 31Para que, como está escrito: O que se gloria, glorie-se no Senhor.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
12Bem-aventurada a gente que tem ao Senhor por seu Deus: O povo, a quem escolheu em herança para si.
13Desde o céu olhou o Senhor e viu todos os filhos dos homens.
18Eis-aqui os olhos do Senhor sobre os que o temem: E em aqueles que esperam sobre a sua misericórdia.
19Para livrar da morte as suas almas: E para os sustentar na sua fome.
20A nossa alma espera ao Senhor: Porque é nosso favorecedor e protetor.
21Porque nele se alegrará o nosso coração: E no seu santo Nome temos esperado.
14“O Reino dos Céus é também como um homem que ia viajar para o estrangeiro. Chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens: 15a um, cinco talentos, a outro, dois e ao terceiro, um — a cada qual de acordo com sua capacidade. Em seguida viajou. 16O servo que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles e lucrou outros cinco. 17Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. 18Mas aquele que havia recebido um só, foi cavar um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. 19Depois de muito tempo, o senhor voltou e foi ajustar contas com os servos. 20Aquele que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’. 21O senhor lhe disse: ‘Parabéns, servo bom e fiel! Como te mostraste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da alegria do teu senhor!’ 22Chegou também o que havia recebido dois talentos e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. 23O senhor lhe disse: ‘Parabéns, servo bom e fiel! Como te mostraste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da alegria do teu senhor!’ 24Por fim, chegou aquele que havia recebido um só talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ajuntas onde não semeaste. 25Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’. 26O senhor lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu colho onde não plantei e que ajunto onde não semeei. 27Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’. 28Em seguida, o senhor ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai àquele que tem dez! 29Pois a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30E quanto a este servo inútil, lançai-o fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes!’
17Tu pois cinge os teus rins, e levanta-te, e dize-lhes tudo o que eu te mando. Não temas diante deles: Porque eu farei que tu não temas a sua presença. 18Porquanto eu te pus hoje como uma cidade fortificada, e como uma coluna de ferro, e como um muro de bronze, sobre toda a terra, a respeito dos reis de Judá, dos seus príncipes, e sacerdotes, e do seu povo. 19E pelejarão contra ti, mas não prevalecerão: Por-que eu sou contigo para te livrar, diz o Senhor.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Em ti me refugio, SENHOR, que eu não seja confundido para sempre.
2Liberta-me, defende-me pela tua justiça, atende-me e salva-me.
3Sê para mim uma rocha de defesa, uma fortaleza para a minha salvação, porque és meu rochedo e meu refúgio.
4Meu Deus, salva-me da mão do ímpio, do poder do malvado e do opressor.
5És tu, Senhor, a minha esperança, és minha confiança, SENHOR, desde a minha juventude.
6Sobre ti me apoiei desde o seio materno, desde o colo de minha mãe és minha proteção; em ti está sempre o meu louvor.
15Minha boca anunciará a tua justiça, sempre proclamará a tua salvação, que não sei avaliar.
17Tu me instruíste, ó Deus, desde a minha juventude e ainda hoje proclamo os teus prodígios.
17Porque é de saber que o mesmo Herodes, como tinha casado com Herodíades, sendo esta mulher de seu irmão Felipe, mandou prender, e meter em ferros a João, por causa desta mulher. 18Porque dizia João a Herodes: Não te é lícito ter a mulher. de teu irmão. e Perela, CEr. ME 19, 15 — Herodes Antipas, tetrarca: da Galléla Bos proteco mo Dis em de 5, 8 - Isto é; como um dos anti- 19E Herodíades lhe andava espreitando alguma ocasião: E o queria fazer morrer, porém não podia. 20Porque Herodes temia a João, sabendo que ele era varão justo e santo: E o protegia e pelo seu conselho fazia muitas coisas, e o ouvia de boa vontade. 21Até que ultimamente chegou um dia tavoravel, em que Herodes: celebrava o dia do seu nascimento, dando um banquete aos grandes da sua corte, aos tribunos, e aos principais da Galiléia. 22E havendo entrado no festim a filha da mesma Herodíades, e dançado, e dado gosto a Ferodes, e aos que com ele estavam à mesa, disse o rei à moça: Pède-me o que quiseres que eu to darei: 23E lhe jurou: Tudo o que me pedires te darei, ainda que seja metade do meu reino. 24Tendo ela saído, disse a sua mãe: Que hei de eu pedir? e ela respondeu: A cabeça de João Batista. 25E tornando logo a entrar a grã-pressa onde estava o rei, pediu, dizendo: Quero que sem mais demora me dês num prato a cabeça de João Batista.' 26E o rei se entristeceu, mas por causa do juramento, e pelos que com ele estavam ali à mesa, não quis: desgostá-la. continuação nos versicos As trada ciro que se deduz da. 27Mas enviando um dos da sua guarda, lhe man-. dou trazer a cabeça de João num prato, e ele indo o degolou no cárcere. 28E trouxe a sua cabeça num prato, e a deu à moça, e a moça a cell a sua mãe. 29O que ouvindo seus discípulos, vieram e levaram o seu corpo, e o puseram no sepulcro.