Ano A · Semana II
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB25Azarias porém posto em pé fez esta oração, e abrindo a sula boca no meio do fogo disse: 34Não nos entregues para sempre, assim to pedimos, por amor do tel nome, e não destruas o teu testamento: 35Nem retires de nós a tua misericórdia, por amor de Abraão teu amado, e de Isaac tell servo, e de Israel teu santo: 36Aos quais disseste prometendo que multiplicarias a sua descendência como as estrelas do céu, e como a areia. que está nas praias do mar. 37Porque nós, Senhor, estamos reduzidos a mais pequeno número, que todas as outras nações, e estamos hoje humilhados em toda a terra, por causa de nossos pecados. 38E já entre nós não há príncipe, nem capitão, nei profeta, nem holocausto, nem sacrifício, nem oblação, nem incenso, nem lugar em que te ofereçamos as nossas primícias. 39Para podermos achar a tua misericórdia: Mas permite que sejamos por ti recebidos neste coração contrito, e neste espírito humilhado em que estamos. 40Assim se consome hoje na tua presença o nosso sacrifício, que te seja agradável, cono fora um holocausto de carneiros, e de touros, e como se te oferecêramos mil cordeiros gordos: Porque não há confusão para os que em ti confiani. TAO, NEM PROFETA — No cativeiro só havia o chefe das tribos. 41E agora nós te seguimos de todo o coração, e rós te tememos, e buscamos a tua face. 42Não nos confundas: Mas obra conosco segundo a tua mansidão e segundo a multidão das tuas misericórdias. 43E livra-nos por meio das maravilhas do teu poder, e dá glória, Senhor, ao teu nome:
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
4Sejam confundidos todos os que em vão cometem iniquidades. Mostra-me, Senhor, os teus caminhos: E ensina-me as tuas veredas.
5Dirige-me na tua verdade, e ensina-me: Porque tu és o Deus meu salvador, e te tenho esperado todo o dia.
6Lembra-te, Senhor, das tuas comiserações, e das tuas misericórdias, que tem sido desde o século.
7Não te recordes dos delitos da minha mocidade, nem das minhas ignorâncias. Mas lembra-te de mim segundo a tua misericórdia: Por amor da tua bondade, Senhor.
8Doce e reto é o Senhor: Por isso dará ele a le: aos que pecam no caminho.
9Conduzirá aos mansos em justiça: Ensinará aos humildes os seus caminhos.
12Agora, pois, diz o Senhor: Convertei-vos a mini de todo o vosso coração em jejum, e em lágrimas, e em gemidos. 13E rasgai os vossos corações, e não os vossos vestidos, e convertei-vos ao Senhor vosso Deus: Porque ele é benigno, e mavioso, paciente e de muita misericórdia, e pode arrepender-se do mai com que vos tinha amneaçado.
21Pedro dirigiu-se a Jesus perguntando: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” 22Jesus respondeu: “Digo-te, não até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes. 23O Reino dos Céus é, portanto, como um rei que resolveu ajustar contas com seus servos. 24Quando começou o ajuste, trouxeram-lhe um que lhe devia uma fortuna inimaginável. 25Como o servo não tivesse com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher, os filhos e tudo o que possuía, para pagar a dívida. 26O servo, porém, prostrou-se diante dele pedindo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo’. 27Diante disso, o senhor teve compaixão, soltou o servo e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia uma quantia irrisória. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’. 29O companheiro, caindo aos pés dele, suplicava: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei’. 30Mas o servo não quis saber. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que estava devendo. 31Quando viram o que havia acontecido, os outros servos ficaram muito sentidos, procuraram o senhor e lhe contaram tudo. 32Então o senhor mandou chamar aquele servo e lhe disse: ‘Servo malvado, eu te perdoei toda a tua dívida, porque me suplicaste. 33Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti? 34O senhor se irritou e mandou entregar aquele servo aos carrascos, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”.