São João de Deus, religioso
Padroado
- doentes
- hospitais
- enfermeiros e profissionais de saúde
- livreiros (devoção popular)
Ano A · Semana II · Dia de preceito
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB3Mas o povo, sedento de água, murmurava contra Moisés e dizia: “Por que nos fizeste sair do Egito? Foi para matar-nos de sede junto com nossos filhos e nossos rebanhos?” 4Moisés clamou ao SENHOR, dizendo: “Que vou fazer com este povo? Por pouco não me apedrejam”. 5O SENHOR disse a Moisés: “Passa à frente do povo e leva contigo alguns anciãos de Israel. Pega a vara com que feriste o rio Nilo e vai. 6Eu estarei lá, diante de ti, sobre o rochedo, no monte Horeb. Baterás no rochedo, e sairá água para o povo beber”. Moisés assim o fez na presença dos anciãos de Israel. 7Chamou o lugar com o nome de Massa e Meriba, Prova e Discussão, porque ali os israelitas discutiram e puseram à prova o SENHOR, dizendo: “O SENHOR está no meio de nós, ou não?”
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Vinde, regozijemo-nos no Senhor: Celebremos as glórias de Deus nosso Salvador. claramente: "Até que o justo se assente em juízo, entre a relnar, e junto dele todos os retos de coração." O que em sentido Ilteral
2Apresentemo-nos ante a sua face para o louvar e celebremo-lo com salmos.
6Vinde, adoremos, e prostremo-nos: E choremos diante do Senhor, que nos criou.
7Porque ele é o Senhor nosso Deus: E nós povo do seu pasto, e ovelhas da sua manada.
8Se hoje ouvires a sua voz, não queirais endurecer os vossos corações:
9Assim como na altercação em o dia da tentacão no deserto: Onde me tentaram vossos pais, me provaram, e viram as minhas obras.
1Justificados pois pela Fé, tenhamos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo: 2Pelo qual temos também acesso pela Fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória dos filhos de Deus. 5E a esperança não traz confusão: Porque a caridade de Deus está derramada em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi dado. 6A que fim pois, quando nós ainda estávamos enfermos, morreu Cristo, no tempo prescrito por uns ímpios? 7Porque apenas há quem morra por un justo, ainda que algum se atreva talvez a morrer por um bom: (L) PORQUE APENAS — Mostra o Apóstolo a fineza da Redenção dos homens por jesus Cristo, observando, que quando dificultosamente se acha no mundo quem dê a vida pór um homem benéfico, quando ainda é mais raro achar-se quem dê a vida por um homem justo, foi contudo tão intenso, tão extre- 8Mas Deus faz brilhar a sua caridade em nós:. Porque ainda quando éramos pecadores em seu tempo,
42De sorte que diziam à mulher: Não é já sobre o teu dito que nós cremos nele: Mas é porque nós mesmos o ouvimos, e porque sabemos ser este verdadeiranente o Salvador do mundo. 15Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água para eu não ter mais sede, nem vir aqui tirá-la.
5Chegou, pois, a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto da propriedade que Jacó tinha dado a seu filho José. 6Havia ali a fonte de Jacó. Jesus, cansado da viagem, sentou-se junto à fonte. Era por volta do meio dia. 7Veio uma mulher da Samaria buscar água. Jesus lhe disse: “Dá-me de beber!” 8Os seus discípulos tinham ido à cidade comprar algo para comer. 9A samaritana disse a Jesus: “Como é que tu, sendo judeu, pedes de beber a mim, que sou uma mulher samaritana?” De fato, os judeus não se relacionam com os samaritanos. 10Jesus respondeu: “Se conhecesses o dom de Deus e quem é aquele que te diz: ‘Dá-me de beber’, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva”. 11A mulher disse: “Senhor, não tens sequer um balde, e o poço é fundo; de onde tens essa água viva? 12Serás maior que nosso pai Jacó, que nos deu este poço, do qual bebeu ele mesmo, como também seus filhos e seus animais?” 13Jesus respondeu: “Todo o que bebe desta água, terá sede de novo; 14mas quem beber da água que eu darei, nunca mais terá sede, porque a água que eu darei se tornará nele uma fonte de água jorrando para a vida eterna”. 15A mulher disse então a Jesus: “Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha mais sede, nem tenha de vir aqui tirar água”. 16Ele lhe disse: “Vai chamar teu marido e volta aqui!” 17— “Eu não tenho marido”, respondeu a mulher. Ao que Jesus retrucou: “Disseste bem que não tens marido. 18De fato, tiveste cinco maridos, e o que tens agora não é teu marido. Nisto falaste a verdade”. 19A mulher lhe disse: “Senhor, vejo que és um profeta! 20Os nossos pais adoraram sobre esta montanha, mas vós dizeis que em Jerusalém está o lugar em que se deve adorar”. 21Jesus lhe respondeu: “Mulher, acredita-me: vem a hora em que nem nesta montanha, nem em Jerusalém adorareis o Pai. 22Vós adorais o que não conheceis. Nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus. 23Mas vem a hora, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade. Estes são os adoradores que o Pai procura. 24Deus é Espírito, e os que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade”. 25A mulher disse-lhe: “Eu sei que virá o Messias (isto é, o Cristo); quando ele vier, nos fará conhecer todas as coisas”. 26Jesus lhe disse: “Sou eu, que estou falando contigo”. 27Nisto chegaram os discípulos e ficaram admirados ao ver Jesus conversando com uma mulher. Mas ninguém perguntou: “Que procuras?”, nem: “Por que conversas com ela?”. 28A mulher deixou a sua bilha e foi à cidade, dizendo às pessoas: 29“Vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz. Não será ele o Cristo?” 30Saíram da cidade ao encontro de Jesus. 31Enquanto isso, os discípulos insistiam com Jesus: “Rabi, come!” 32Mas ele lhes disse: “Eu tenho um alimento para comer, que vós não conheceis”. 33Os discípulos comentavam entre si: “Será que alguém lhe trouxe alguma coisa para comer?” 34Jesus lhes disse: “O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e levar a termo a sua obra. 35Não dizeis vós: ‘Ainda quatro meses, e aí vem a colheita!’? Pois eu vos digo: levantai os olhos e vede os campos, como estão dourados, prontos para a colheita! 36Aquele que colhe já recebe o salário; ele ajunta fruto para a vida eterna. Assim, o que semeia se alegra junto com o que colhe. 37Pois nisto está certo o provérbio ‘Um é o que semeia e outro é o que colhe’: 38eu vos enviei para colher o que não é fruto do vosso cansaço; outros se cansaram e vós entrastes no que lhes custou tanto cansaço”. 39Muitos samaritanos daquela cidade acreditaram em Jesus por causa da palavra da mulher que testemunhava: “Ele me disse tudo o que eu fiz”. 40Os samaritanos foram a ele e pediram que permanecesse com eles; e ele permaneceu lá dois dias. 41Muitos outros ainda creram por causa da palavra dele, 42e até disseram à mulher: “Já não é por causa daquilo que contaste que cremos, pois nós mesmos ouvimos e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo”.
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