Ano A · Semana II
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB3Amava Israel a José mais do que a todos seus irmãos pelo haver tido sendo já velho: e ele lhe tinha mandado fazer uma túnica de várias cores. 4Seus irmãos pois vendo que seu pai o amava mais do que a todos os outros, aborreciam-no, e não podiam falar-lhe com brandura. 12Aconteceu então que os irmãos de José se cingiram a viver em Siquem, e ali apascentavam os rebanhos de seu pai. 13E disse Israel a José: Teus irmãos apascentam mas os semitas preferiam as cores variegadas, e cerziam estolos po. Ilcromos. Reberts dá-nos notícia de que ainda hoje os pais fazem o que Jacó fez pelo seu filho. - 159 - • as nossas ovelhas no país de Siquem. Vem, e mandar-te-ei para eles. 17O homem lhe respondeu: Eles foram-se deste lugar, e eu os ouvi estarem dizendo entre si: Vamos para Dotain. Partiu pois José atrás de seus irmãos, e achou-os em Dotain. 18Tanto que eles o viram de longe, antes que chegasse a eles, resolveram matá-lo. 19E diziam uns para os outros. Eis-aí vem o sonhador: 20Vamos, tiremos-lhe a vida, metamo-lo numa cisterna velha. Diremos que uma besta fera o devorou; e então se verá de que lhe serviram os seus sonhos. 21Rúben tendo-os ouvido falar assim, trabalhava pelo livrar das suas mãos, e lhes dizia: 22Não o mateis, e não derrameis o seu sangue, mas lançai-o nesta cisterna, que está no deserto, e conservai vossas mãos inocentes. Isto dizia ele com intento de o livrar das suas mãos, e de o restituir a seu pai. 23Ainda bem pois José não tinha chegado a seus irmãos, quando estes lhe tiraram logo a sua túnica de várias cores, que descia até os artelhos: 24e o lançaram numa cisterna velha, que estava sem água. 25Depois tendo-se assentado para comerem, viram uns ismaelitas, que passavam e que vindos de Galaad levavam nos seus camelos aromas, resina, e mirra, e caminhavam para o Egito. 26Então disse Judá a seus irmãos: De que nos servirá matarmos a nosso irmão, e ocultarmos a sua morte? • 27Melhor é vendê-lo a estes ismaelitas, e não manchar nossas mãos: porque ele é nosso irmão, e nossa carne. Assentiram seus irmãos ao que ele lhes dizia. 28Tendo pois tirado da cisterna a José quando pas- sava uma cáfila de madianitas, venderam-no por vinte moedas de pratas aos ismaelitas, que o levaram ao Egito.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
16Chamou a fome sobre o país, retirou todo o sustento de pão.
17Enviou à sua frente um homem: José foi vendido como escravo.
18Prenderam seus pés com grilhões, puseram no seu pescoço uma corrente de ferro,
19até que se realizou sua predição, e a palavra do SENHOR o justificou.
20O rei mandou soltá-lo, o senhor dos povos o pôs em liberdade.
21Fez dele o chefe da sua casa, o administrador de todas as suas posses,
16Porque assim amou Deus ao mundo, que lhe deu seu Filho unigênito: Para que todo o que crê nele não pereça, mas tenha a vida eterna.
33“Escutai esta outra parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, cavou nela um lagar para pisar as uvas e construiu uma torre de guarda. Ele a alugou a uns agricultores e viajou para o estrangeiro. 34Quando chegou o tempo da colheita, ele mandou os seus servos aos agricultores para receber seus frutos. 35Os agricultores, porém, agarraram os servos, espancaram a um, mataram a outro, e a outro apedrejaram. 36Ele ainda mandou outros servos, em maior número que os primeiros. Mas eles os trataram do mesmo modo. 37Por fim, enviou-lhes o próprio filho, pensando: ‘A meu filho respeitarão’. 38Os agricultores, porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vamos matá-lo e tomemos posse de sua herança!’ 39Então agarraram-no, lançaram-no fora da vinha e o mataram. 40Pois bem, quando o dono da vinha voltar, que fará com esses agricultores?” 41Eles responderam: “Dará triste fim a esses criminosos e arrendará a vinha a outros agricultores, que lhe entregarão os frutos no tempo certo”. 42Então, Jesus lhes disse: “Nunca lestes nas Escrituras: ‘A pedra que os construtores rejeitaram, esta é que se tornou a pedra angular. Isto foi feito pelo Senhor, e é admirável aos nossos olhos’? 43Por isso vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e entregue a um povo que produza frutos. 45Os sumos sacerdotes e os fariseus ouviram as parábolas de Jesus e entenderam que estava falando deles. 46Procuraram prendê-lo, mas ficaram com medo das multidões, pois elas o tinham na conta de profeta.