Santo Estêvão da Hungria
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Ano A · Semana I
Memórias facultativasSanto Estêvão da Hungria
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB7E disse o Senhor a Josué: Hoje começarei eu a exaltai-te diante de todo o Israel: Para que eles saibam que eu sou contigo, bem como fui com Moisés. 8Manda pois aos sacerdotes, que levam a arca do concerto, e dize-lhes: Tanto que tiverdes entrado em parte da água do Jordão, parai aí. 9E Josué disse aos filhos de Israel: Chegai-vos cá, e ouvi a palavra do Senhor vosso Deus. 10E acrescentou: Nisto conhecereis vós que o Senhor, o Deus vivo, está no meio de vós, e que ele destruirá a vossos olhos os cananeus e os heteus, os heveus e os fereseus, os gergeseus e os jebuseus e os amorreus. 11Eis-aí que a arca da aliança do Senhor de toda a terra irá adiante de vós atravessando o Jordão. 13E logo que os sacerdotes, que levam a arca do SAOERDOTES — A arca ordinariamente era conduzida pelos simples levitas, caatitas, Núm 4, 15; 7, 9, etc. Em circunstancias solenes eram os sacerdotes que a transportavam. CI. Jos 6, 6; 3 R$ 8; 3, etc. Senhor Deus de toda a terra, tiverem metido as plantas de seus pés nas águas do Jordão, as águas debaixo seguirão a sua corrente e minguarão: E as que vêm de cima, pararão feitas num corpo.* 14Saiu pois o povo das suas tendas, para passar o Jordão: e os sacerdotes, que levavam a arca do concerto, caminhavam adiante dele. 15E tanto que estes entraram no Jordão, e a água Ihes começou a molhar os pés (porque o Jordão como • em tempo da ceifa inundava as margens do seu leito,). 16as águas que vinham de cima, pararam num lugar e levantando-se à maneira dum monte se desco- briam assim de longe desde a cidade, que se chama Adom até o lugar de Sartan: as debaixo porém continuaram a correr para o mar do deserto, (que agora se chama o mar Morto) até que faltaram de todo. 17E o povo caminhava em direitura à jericó: e os sacerdotes, que levavam a arca do concerto do Senhor; se conservavam quedos e prestes sobre a terra seca no meio do Jordão, e todo o povo passava através do rio a pé enxuto. • mar Morto, onde desaparece. Na margem direlta não tem afluentes
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Quando Israel saiu do Egito, a casa de Jacó do meio de um povo bárbaro:
2Consagrou Deus a Judéia ao seu serviço, e estabeleceu em Israel o seu império. Salmo 113, 3-8; 113 bis 1.2*
3O mar o viu, e fugiu: E o Jordão recuou para trás.
4Os montes saltaram de alegria como carneiros: 'E as colinas como cordeiros do rebanho.
5Que tiveste tu, ó mar, que fugiste: E tu, Jordão, para retrocederes?
6O' montes, que saltais de prazer como carneiros, e vós colinas como cordeiros de rebanho.
21Pedro dirigiu-se a Jesus perguntando: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” 22Jesus respondeu: “Digo-te, não até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes. 23O Reino dos Céus é, portanto, como um rei que resolveu ajustar contas com seus servos. 24Quando começou o ajuste, trouxeram-lhe um que lhe devia uma fortuna inimaginável. 25Como o servo não tivesse com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher, os filhos e tudo o que possuía, para pagar a dívida. 26O servo, porém, prostrou-se diante dele pedindo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo’. 27Diante disso, o senhor teve compaixão, soltou o servo e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia uma quantia irrisória. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’. 29O companheiro, caindo aos pés dele, suplicava: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei’. 30Mas o servo não quis saber. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que estava devendo. 31Quando viram o que havia acontecido, os outros servos ficaram muito sentidos, procuraram o senhor e lhe contaram tudo. 32Então o senhor mandou chamar aquele servo e lhe disse: ‘Servo malvado, eu te perdoei toda a tua dívida, porque me suplicaste. 33Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti? 34O senhor se irritou e mandou entregar aquele servo aos carrascos, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. 19,1Quando terminou essas palavras, Jesus deixou a Galiléia e foi para a região da Judéia, pelo outro lado do Jordão.
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