São Caetano, presbítero
Padroado
- pão e trabalho (devoção popular)
- desempregados (devoção popular)
Ano A · Semana I
Memórias facultativasSão Sisto II, papa, e seus companheiros, mártires · São Caetano, presbítero
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1Então falaram Maria e Aarão contra Moisés por causa de sua mulher Etiopisa, 2e disseram: Porventura falou o Senhor só por Moisés? Não nos falou ele também a nós? O que tendo o Senhor ouvido, lavra hebraica chormer que vale dez efis, e por consequeacia mais de 383 litros. 3(porque Moisés cra o mais manso de todos os homens que havia na terra). 4disse logo a Moisés, a Aarão e a Maria: Sai todos três somente ao tabernáculo do concerto. E tanto que lá chegarain, 5desceu o Senhor na coluna de nuvem, e pôs-se à entrada do tabernáculo, chamando a Aarão e a Maria. Os quais acudindo, 6lhes disse: Ouvi as minhas palavras: Se entre rós se achar algum profeta do Senhor, eu lhe aparecerei em visão, ou lhe falarei em sonhos. 7Mas não é assim a respeito de meu servo Moisés, que é o mais fiel em toda a minha casa: 8Porque eu lhe falo cara a cara: e ele vê o Senhor claramente, e não debaixo de enigmas ou de figuras. Por que não temestes vós logo detrair de meu servo Moisés? 9E irado contra eles, foi-se. 10Retirou-se também a nuvem, que estava sobre o tabernáculo: e no mesmo ponto apareceu Maria toda coberta de lepra branca como neve. E como Aarão olhasse para ela, e a visse coberta de lepra, 11disse a Moisés: Rogo-te, meu Senhor, que não ponhas sobre nós este pecado que nesciamente cometemos, 12e que esta não fique como morta, e como um abórlavras estão aqui colocadas para que se saiba que nunca. Moisés to que é arrojado do ventre de sua mãe: Vê que a lepra lhe tem já carcomido a metade da sua carne. 13Então clamou Moisés ao Senhor, dizendo: O. Deus, rogo-te que a sares.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
3Ó Deus, tem piedade de mim, conforme a tua misericórdia; no teu grande amor cancela o meu pecado.
4Lava-me de toda a minha culpa, e purifica-me de meu pecado.
5Reconheço a minha iniqüidade e meu pecado está sempre diante de mim.
6Contra ti, só contra ti eu pequei, eu fiz o que é mal a teus olhos; por isso és justo quando falas, reto no teu julgamento.
7Eis que na culpa fui gerado, no pecado minha mãe me concebeu.
12Cria em mim, ó Deus, um coração puro, renova em mim um espírito resoluto.
13Não me rejeites da tua presença e não me prives do teu santo espírito.
Ou: Mt 15,1-2.10-14
22E obrigou logo Jesus a seus discípulos a que se embarcassem, e que passassem primeiro que ele à outra ribeira do lago, enquanto ele despedia a gente. 23E logo que a despediu, subiu só a um monte a orar. E quando veio a noite, achava-se ali só. 24E a barca no meio do mar era combatida das ondas: Porque o vento era contrário. 25Porém na quarta vigília da noite, veio Jesus ter com eles, andando sobre o mar. ABENÇOOU — Abençoar e dar graças, são expressões sinônimas na Escritura. Jo 6, 11.* 26E quando o viram andar sobre o mar, se turbaram dizendo: E pois um fantasma, e de medo começaram a gritar. 27Mas Jesus lhes falou imediatamente, dizendo: Tende confiança, sou eu, não teniais. 28E respondendo Pedro, lhe disse: Senhor, se tu és, manda-me que vá até onde tu estás por cima das águas. 29E ele lhe disse: Vem. E descendo Pedro a barca, ia caminhando sobre a água para chegar a Jesus. 30Vendo, porém, que o vento era rijo, temeu, e quando se ia submergindo, gritou, dizendo: Senhor, põeme a salvo. 31E no mesmo ponto Jesus estendendo a mão, o tomou por ela e lhe disse: Homem de pouca fe, por que duvidaste? 32E depois que subiram à barca, cessou o vento. 33Então vieram os que estavam na barca, e o adoraram, dizendo: Verdadeiramente tu és Filho de Deus. 34E tendo passado à outra banda, vieram para a terra de Genesar. 35E depois de o terem reconhecido os naturais daquele lugar, mandaram por todo aquele pais circunvizinho, e lhe apresentaram todos quantos pareciam algum mal: 36E lhe rogavam que os deixasse tocar sequer a orla do seu vestido. E todos os que o tocaram, ficaram sãos.
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