Ano C · Semana II
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB13Eis-ai está que meu servo terá inteligência, ele será exaltado, e elevado, e ficará em alto grau sublimado. 14Assim como pasmaram muitos à vista de ti, assin: será sem glória o seu aspecto entre os varões, e a sua figura entre os filhos dos homens. 15Este borrifará muitas gentes, diante dele mesmo taparão os reis a sua boca: Porque o viram aqueles a quem se não anunciou coisa alguma a seu respeito: E os que o não ouviram, o contemplarain. 53,1Quem deu crédito ao que nos ouviu? e a quem foi revelado o braço do Senhor? 53,2E subirá como arbusto diante dele, e como raiz que sai duma terra sequiosa: Ele não tem beleza, nem Quem lêz esta representação fiel de Jesus Cristo? O acordo Iri- formosura, e vimmo-lo, e não tinha parecença do que era, e por isso nós o estranhamos: 53,3Feito um objeto de desprezo, e o último dos homens, um varão de dores, e experimentado nos trabalhos: E o seu rosto se achava como encoberto, e parecia desprezível, por onde nenhum caso fizemos dele. com outros Padres entendem por esta terra seca o ventre virginal de Maria, alegando em confirmação, que em lugar do que pos a Vulgata de terra sitienti, verteu Aquila "de terra ínvia, duma terra 53,4Verdadeiramente ele foi o que tomou sobre si as nossas fraquezas, e ele mesmo carregou com as nossas dores: E nós o reputamos como um leproso, e ferido por Deus e humilhado. 53,5Mas ele fol ferido pelas nossas iniquidades, fol quebrantado pelos nossos crimes: O castigo que nos devia trazer a paz, caiu sobre ele, e nós fomos sarados pelas suas pisaduras. 53,6Todos nós andamos desgarrados como ovelhas, cada um se extraviou por seu caminho: E o Senhor carregou sobre ele a iniquidade de todos nós. 53,7Foi oferecido, porque ele mesmo quis, e não abriu a sua boca: Ele será levado como uma ovelha ao matadouro, e como um cordeiro diante do que o tosquia emu'decerá, e não abrirá a sua boca. 53,8Ele foi tirado da angústia, e do juízo: Quem contará a sua geração? Porque ele foi cortado da terra dos viventes: Eu o feri por causa da maldade do meu povo. Іваав 53, 9-11 53,9E lhe dará os impios pela sepultura, e o rico pela sua morte: Porque ele não cometeu iniquidade, nem se achou nunca dolo na sua boca. 53,10E o Senhor quis quebrantá-lo na sua enfermidade: Se ele tiver dado a sua alma pelo pecado, verá a sua descendência perdurável, e a vontade do Senhor será por sua mão prosperada. 53,11Verá o fruto do que a sua alma trabalhou e se fartará: Aquele mesmo justo meu servo justificará a muitos com a sua ciência, e ele tomara sobre si as suas iniquidades. 53,12Por isso eu lhe darei por sorte uma grande multidão de pessoas: E ele distribuirá os despojos dos fortes, porque entregou a sua alma à morte, e foi posto no número dos malfeitores: E ele carregou com os pecados de muitos, e rogou pelos transgressores da lei.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
2Em ti, Senhor, esperei, não permitas que eu seja eternamente confundido: Livra-me, segundo a tua justiça.
6Nas tuas mãos encomendo o meu espírito: Tu mle remiste, Senhor Deus da verdade.
12Estou feito o opróbrio para todos os meus inimigos, e muito mais para os meus vizinhos: E o horror para os meus conhecidos. Os que me viam, fugiam para longe de mim:
13Fui posto em esquecimento, no coração deles como morto. Fiquei sendo como raso quebrado:
15Mas eu em ti esperei, Senhor: Disse: Meu Deus és tu:
16Nas tuas mãos estão as minhas sortes. Livra-me das mãos dos meus inimigos, e dos que me perseguem.
17Resplandeça a claridade do teu rosto sobre o teu servo, salva-me segundo a tua misericárdia:
25Obrai varonilmente, e fortaleça-se o coração de todos vós os que esperais no Senhor. De Davi, Maskil.
14Quanto a nós, temos um sumo sacerdote eminente, que atravessou os céus: Jesus, o Filho de Deus. Por isso, permaneçamos firmes na profissão da fé. 15De fato, não temos um sumo sacerdote incapaz de se compadecer de nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo, à nossa semelhança, sem todavia pecar. 16Aproximemo-nos então, seguros e confiantes, do trono da graça, para conseguirmos misericórdia e alcançarmos a graça do auxílio no momento oportuno. 5,7Cristo, nos dias de sua vida terrestre, dirigiu preces e súplicas, com forte clamor e lágrimas, àquele que tinha poder de salvá-lo da morte. E foi atendido, por causa de sua piedade. 5,8Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa a obediência, por aquilo que ele sofreu. 5,9Mas, quando levou a termo sua vida, tornou-se causa de salvação eterna para todos os que lhe obedecem.
1Dito isso, Jesus saiu com seus discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Lá havia um jardim, no qual ele entrou com os seus discípulos. 2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus muitas vezes ali se reunia com seus discípulos. 3Judas, pois, levou o batalhão romano e os guardas dos sumos sacerdotes e dos fariseus, com lanternas, tochas e armas, e chegou ali. 4Jesus, então, sabendo tudo o que ia acontecer com ele, saiu e disse: “A quem procurais?” 5— “A Jesus de Nazaré!”, responderam. Ele disse: “Sou eu”. Judas, o traidor, estava com eles. 6Quando Jesus disse “Sou eu”, eles recuaram e caíram por terra. 7De novo perguntou-lhes: “A quem procurais?” Responderam: “A Jesus de Nazaré”. 8Jesus retomou: “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, deixai que estes aqui se retirem”. 9Assim se cumpria a palavra que ele tinha dito: “Não perdi nenhum daqueles que me deste”. 10Simão Pedro, que tinha uma espada, puxou-a e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a ponta da orelha direita. O nome do servo era Malco. 11Jesus disse a Pedro: “Guarda a tua espada na bainha. Será que não vou beber o cálice que o Pai me deu?” 12O batalhão, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Primeiro, conduziram-no a Anás, sogro de Caifás, o sumo sacerdote daquele ano. 14Caifás é quem tinha aconselhado aos judeus: “É conveniente que um só homem morra pelo povo”. 15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Este discípulo era conhecido do sumo sacerdote. Ele entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote. 16Pedro ficou do lado de fora, perto da porta. O outro discípulo, que era conhecido do sumo sacerdote, saiu, conversou com a empregada da porta e levou Pedro para dentro. 17A criada da porta disse a Pedro: “Não pertences tu também aos discípulos desse homem?” Ele respondeu: “Não”. 18Os servos e os guardas tinham feito um fogo, porque fazia frio; estavam se aquecendo, e Pedro estava com eles para se aquecer. 19O sumo sacerdote interrogou Jesus a respeito dos seus discípulos e do seu ensinamento. 20Jesus respondeu: “Eu falei abertamente ao mundo. Eu sempre ensinei nas sinagogas e no templo, onde os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que eu falei; eles sabem o que eu disse”. 22Quando assim falou, um dos guardas que ali estavam deu uma bofetada em Jesus, dizendo: “É assim que respondes ao sumo sacerdote?” 23Jesus replicou-lhe: “Se falei mal, mostra em que falei mal; e se falei certo, por que me bates?” 24Anás, então, mandou-o, amarrado, a Caifás. 25Simão Pedro continuava lá, aquecendo-se. Disseram-lhe: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?” Pedro negou: “Não”. 26Então um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse: “Será que não te vi no jardim com ele?” 27Pedro negou de novo, e na mesma hora o galo cantou. 28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de madrugada. Eles mesmos não entraram no palácio, para não se contaminarem e poderem comer a páscoa. 29Pilatos saiu ao encontro deles e disse: “Que acusação apresentais contra este homem?” 30Eles responderam: “Se não fosse um malfeitor, não o teríamos entregue a ti!” 31Pilatos disse: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o segundo vossa lei”. Os judeus responderam: “Não nos é permitido matar ninguém”. 32Assim se realizava o que Jesus tinha dito, indicando de que morte havia de morrer. 33Pilatos entrou, de volta, no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe: “Tu és o Rei dos Judeus?” 34Jesus respondeu: “Estás dizendo isto por ti mesmo, ou outros te disseram isso de mim?” 35Pilatos respondeu: “Acaso sou eu judeu? Teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?” 36Jesus respondeu: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas, o meu reino não é daqui”. 37Pilatos disse: “Então, tu és rei?” Jesus respondeu: “Tu dizes que eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”. 38Pilatos lhe disse: “Que é a verdade?” Dito isso, saiu ao encontro dos judeus e declarou: “Eu não encontro nele nenhum motivo de condenação. 39Mas existe entre vós um costume de que, por ocasião da Páscoa, eu vos solte um preso. Quereis que eu vos solte o Rei dos Judeus?” 40Eles, então, se puseram a gritar: “Este não, mas Barrabás!” Ora, Barrabás era um assaltante. 19,1Pilatos, então, mandou açoitar Jesus. 19,2Os soldados trançaram uma coroa de espinhos, a puseram na cabeça de Jesus e o vestiram com um manto de púrpura. 19,3Aproximavam-se dele e diziam: “Viva o Rei dos Judeus!”; e batiam nele. 19,4Pilatos saiu outra vez e disse aos judeus: “Olhai! Eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que eu não encontro nele nenhum motivo de condenação. 19,5Então, Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Ele disse-lhes: “Eis o homem”! 19,6Quando o viram, os sumos sacerdotes e seus guardas começaram a gritar: “Crucifica-o! Crucifica-o!” Pilatos respondeu: “Levai-o, vós mesmos, para o crucificar, porque eu não encontro nele nenhum motivo de condenação”. 19,7Os judeus responderam-lhe: “Nós temos uma Lei, e segundo esta Lei ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”. 19,8Quando Pilatos ouviu isso, ficou com mais medo ainda. 19,9Entrou no palácio outra vez e perguntou a Jesus: “De onde és tu?” Jesus ficou calado. 19,10Então Pilatos disse-lhe: “Não me respondes? Não sabes que tenho poder para te soltar e poder para te crucificar?” 19,11Jesus respondeu: “Tu não terias poder algum sobre mim, se não te fosse dado do alto. Por isso, quem me entregou a ti tem maior pecado”. 19,12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus continuavam gritando: “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”. 19,13Ouvindo estas palavras, Pilatos trouxe Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar conhecido como Pavimento (em hebraico: Gábata). 19,14Era o dia da preparação da páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus: “Eis o vosso rei”. 19,15Eles, porém, gritavam: “Fora! Fora! Crucifica-o!” Pilatos disse: “Vou crucificar o vosso rei?” Os sumos sacerdotes responderam: “Não temos rei senão César”. 19,16Pilatos, então, lhes entregou Jesus para ser crucificado. Eles tomaram conta de Jesus. 19,17Carregando a sua cruz, ele saiu para o lugar chamado Calvário (em hebraico: Gólgota). 19,18Lá, eles o crucificaram com outros dois, um de cada lado, ficando Jesus no meio. 19,19Pilatos tinha mandado escrever e afixar na cruz um letreiro; estava escrito assim: “Jesus de Nazaré, o Rei dos Judeus”. 19,20Muitos judeus leram o letreiro, porque o lugar onde Jesus foi crucificado era perto da cidade; e estava escrito em hebraico, em latim e em grego. 19,21Os sumos sacerdotes disseram então a Pilatos: “Não escrevas: ‘O Rei dos Judeus’, e sim: ‘Ele disse: Eu sou o Rei dos Judeus’. 19,22Pilatos respondeu: “O que escrevi, escrevi”. 19,23Depois que crucificaram Jesus, os soldados pegaram suas vestes e as dividiram em quatro partes, uma para cada soldado. A túnica era feita sem costura, uma peça só de cima em baixo. 19,24Eles combinaram: “Não vamos rasgar a túnica. Vamos tirar sorte para ver de quem será”. Assim cumpriu-se a Escritura: “Repartiram entre as minhas vestes e tiraram a sorte sobre minha túnica”. Foi isso que os soldados fizeram. 19,25Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe e a irmã de sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 19,26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, eis o teu filho!” 19,27Depois disse ao discípulo: “Eis a tua mãe!” A partir daquela hora, o discípulo a acolheu no que era seu. 19,28Depois disso, sabendo Jesus que tudo estava consumado, e para que se cumprisse a Escritura até o fim, disse: “Tenho sede”! 19,29Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram num ramo de hissopo uma esponja embebida de vinagre e a levaram à sua boca. 19,30Ele tomou o vinagre e disse: “Está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. 19,31Era o dia de preparação do sábado, e este seria solene. Para que os corpos não ficassem na cruz no sábado, os judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos crucificados e os tirasse da cruz. 19,32Os soldados foram e quebraram as pernas, primeiro a um dos crucificados com ele e depois ao outro. 19,33Chegando a Jesus viram que já estava morto. Por isso, não lhe quebraram as pernas, 19,34mas um soldado golpeou-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água. 19,35(Aquele que viu dá testemunho, e o seu testemunho é verdadeiro; ele sabe que fala a verdade, para que vós, também, acrediteis.) 19,36Isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. 19,37E um outro texto da Escritura diz: “Olharão para aquele que traspassaram”. 19,38Depois disso, José de Arimatéia pediu a Pilatos para retirar o corpo de Jesus; ele era discípulo de Jesus às escondidas, por medo dos judeus. Pilatos o permitiu. José veio e retirou o corpo. 19,39Veio também Nicodemos, aquele que anteriormente tinha ido a Jesus de noite; ele trouxe uns trinta quilos de perfume feito de mirra e de aloés. 19,40Eles pegaram o corpo de Jesus e o envolveram, com os perfumes, em faixas de linho, do modo como os judeus costumam sepultar. 19,41No lugar onde Jesus foi crucificado havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ninguém tinha sido ainda sepultado. 19,42Por ser dia de preparação para os judeus, e como o túmulo estava perto, foi lá que eles colocaram Jesus.