Ano C · Semana II · Dia de preceito
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1 versículo ainda não foi recuperado na digitalização do Figueiredo e aparece como […].
Leituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB4O Senhor me deu uma lingua erudita, para el saber sustentar com a palavra o que está cansado: Ele me levanta pela manhã, pela manhã me levanta o ouvido, para que ell o ouça como mestre. 5O Senhor Deus me abriu o ouvido, e eu o não contradigo: Não me retirei para trás. 6Eu entreguei o meu corpo aos que me feriam, e as maçãs do meu rosto aos que me arrancavam os cabelos da barba: Não virei a minha face aos que me afrontavam e cuspiam enı min. 7O Senhor Deus é o meu auxiliador, por isso não foi confundido: Por isso ofereci a minha face como tinia pedra durissinia, e ser que me não hei de envergonhar.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
8Todos os que me viam escarneceram de mim: Falaram com os lábios, e mencaram a cabeça.
9Esperou no Senhor, livre-o: Salve-o: se é que o ama.
17Porquanto me rodearam muitos cães: Uma turha de malignos me sitiou. Eles trespassaram as minhas mãos e os meus pés: RAM — Os judeus, os príncipes dos sacerdotes, os escríbas, e ainda os mesmos soldados de Pilatos são figurados na imagem de noviIhos indômitos e de furiosos touros. No hebreu se l6: Fortes tou-
18Contaram todos os meus ossos. E eles mesmos me estiveram considerando e olhando:
19Repartiram entre si os meus vestidos, e lançaram sorte sobre a minha túnica.
20Mas tu, Senhor, não afastes de mim o teu socorro: Aplica-te a me defenderes. meos, subentendendo inordent, ou lacerant: Como um leño mordem, ou despedaçam as minhas mãos e os meus pés: Como se cos.
23Então anunciarei o teu nome a meus irmãos: No meio da Igreja te louvarei.
24Vós os que temeis ao Senhor, louvai-o: Vós todos os que sois a descendência de Jacó, glorificai-o:
6O qual tendo a natureza de Deus, não julgou que fosse nele uma usurpação o ser igual a Deus: 7Mas ele se aniquilou a si mesmo, tomando a natureza de servo, fazendo-se semelhante aos homens, e sendo reconhecido na condição como homem. 8Humilhou-se a si mesmo, feito obediente até à morte, e morte de cruz. 9Pelo que Deus também o exaltou, e lhe deu um Nome que é sobre todo o nome: 10Para que ao Nome de Jesus se dobre todo joe•Iho dos que estão nos Céus, na terra e nos infernos. 11E toda a língua confesse que o Senhor Jesus Cristo está na glória de Deus Padre.
Ou: Lc 23,1-49
14Quando chegou a hora, Jesus pôs-se à mesa com os apóstolos 15e disse: “Ardentemente desejei comer convosco esta ceia pascal, antes de padecer. 16Pois eu vos digo que não mais a comerei, até que ela se realize no Reino de Deus”. 17Então pegou o cálice, deu graças e disse: “Recebei este cálice e fazei passar entre vós; 18pois eu vos digo que, de agora em diante, não mais beberei do fruto da videira, até que venha o Reino de Deus”. 19A seguir, tomou o pão, deu graças, partiu-o e lhes deu, dizendo: “Isto é o meu corpo, que é dado por vós. Fazei isto em memória de mim”. 20Depois da ceia, fez o mesmo com o cálice, dizendo: “Este cálice é a nova aliança no meu sangue, que é derramado por vós”. 21Todavia, a mão de quem vai me entregar está perto de mim, nesta mesa. 22Sim, o Filho do Homem se vai, como está determinado. Mas ai daquele por quem ele é entregue”. 23Então começaram a perguntar uns aos outros qual deles haveria de fazer tal coisa. 24Ora, houve uma discussão entre eles sobre qual deles devia ser considerado o maior. 25Jesus, porém, lhes disse: “Os reis das nações dominam sobre elas, e os que exercem o poder se fazem chamar benfeitores. 26Entre vós, não deve ser assim. Pelo contrário, o maior entre vós seja como o mais novo, e o que manda, como quem está servindo. 27Afinal, quem é o maior: o que está à mesa ou o que está servindo? Não é aquele que está à mesa? Eu, porém, estou no meio de vós como aquele que serve. 28Vós sois aqueles que permaneceram comigo em minhas provações. 29Por isso, assim como o meu Pai me confiou o Reino, eu também vos confio o Reino. 30Havereis de comer e beber à minha mesa no meu Reino, e vos sentareis em tronos para julgar as doze tribos de Israel. 31“Simão, Simão! Satanás pediu permissão para peneirar-vos, como se faz com o trigo. 32Eu, porém, orei por ti, para que tua fé não desfaleça. E tu, uma vez convertido, fortalece os teus irmãos”. 33Simão disse: “Senhor, eu estou pronto para ir contigo até mesmo à prisão e à morte!” 34Jesus, porém, respondeu: “Pedro, eu te digo que hoje, antes que o galo cante, três vezes negarás que me conheces”. 35E Jesus lhes perguntou: “Quando vos enviei sem bolsa, sem sacola, sem sandálias, faltou-vos alguma coisa?” Eles responderam: “Nada.” 36Jesus continuou: “Agora, porém, quem tiver bolsa, pegue-a; do mesmo modo, quem tiver sacola; e quem não tiver espada, venda o manto para comprar uma. 37Pois eu vos digo: é preciso que se cumpra em mim a palavra da Escritura: ‘Ele foi contado entre os transgressores’. O que foi dito a meu respeito está se consumando”. 38Mas eles disseram: “Senhor, aqui estão duas espadas!” Jesus respondeu: “Basta!” 39Jesus saiu e, como de costume, foi para o monte das Oliveiras. Os discípulos o acompanharam. 40Chegando ao lugar, Jesus lhes disse: “Orai para não cairdes em tentação”. 41Então afastou-se dali, à distância de um arremesso de pedra, e, de joelhos, começou a orar. 42“Pai, se quiseres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua!” 43Apareceu-lhe um anjo do céu, que o fortalecia. 44Entrando em agonia, Jesus orava com mais insistência. Seu suor tornou-se como gotas de sangue que caíam no chão. 45Levantando-se da oração, Jesus foi para junto dos discípulos e encontrou-os dormindo, de tanta tristeza. 46E perguntou-lhes: “Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para não cairdes em tentação”. 47Jesus ainda falava, quando chegou uma multidão. Na frente, vinha um dos Doze, chamado Judas, que se aproximou de Jesus para beijá-lo. 48Jesus lhe disse: “Judas, com um beijo tu entregas o Filho do Homem?” 49Vendo o que ia acontecer, os que estavam com Jesus disseram: “Senhor, vamos atacá-los com a espada?” 50E um deles feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. 51Jesus, porém, ordenou: “Deixai, basta!” E tocando a orelha do homem, o curou. 52Depois Jesus disse aos sumos sacerdotes, aos comandantes da guarda do templo e aos anciãos, que tinham vindo prendê-lo: “Saístes com espadas e paus, como se eu fosse um bandido? 53Todos os dias eu estava convosco no templo, e nunca levantastes a mão contra mim. Mas esta é a vossa hora, e o poder das trevas”. 54Eles prenderam Jesus e o levaram, conduzindo-o à residência do sumo sacerdote. Pedro acompanhava de longe. 55Eles acenderam uma fogueira no meio do pátio e sentaram-se ao redor. Pedro sentou-se no meio deles. 56Ora, uma criada viu Pedro sentado perto do fogo; encarou-o bem e disse: “Este aqui também estava com ele!” 57Mas ele negou: “Mulher, eu nem o conheço!” 58Pouco depois, um outro viu Pedro e disse: “Tu também és um deles.” Mas Pedro respondeu: “Não, homem, eu não”. 59Passou mais ou menos uma hora, e um outro insistia: “Certamente, este aqui também estava com ele, pois é galileu!” Mas Pedro respondeu: 60”Homem, não sei de que estás falando!” E, enquanto ainda falava, o galo cantou. 61Então o Senhor se voltou e olhou para Pedro. E Pedro lembrou-se da palavra que o Senhor lhe tinha dito: “Hoje, antes que o galo cante, três vezes me negarás”. 62Então Pedro saiu do pátio e pôs-se a chorar amargamente. 63Os homens que vigiavam Jesus escarneciam dele e o espancavam. 64Cobriam o seu rosto e lhe diziam: “Profetiza! Quem é que te bateu?” 65E o insultavam de muitos outros modos. 66Ao amanhecer, os anciãos do povo, os sumos sacerdotes e os escribas reuniram-se e levaram Jesus ao sinédrio. 67E o interpelavam: “Se tu és o Cristo, dize-nos!” Ele respondeu: “Se eu vos disser, não me acreditareis, 68e se eu vos fizer perguntas, não me respondereis. 69Mas, de agora em diante, o Filho do Homem estará sentado à direita do Deus Todo-Poderoso”. 70Então todos perguntaram: “Tu és, portanto, o Filho de Deus?” Jesus respondeu: “Vós mesmos estais dizendo que eu sou!” 71Eles disseram: “Será que ainda precisamos de testemunhas? Nós mesmos o ouvimos de sua própria boca!” 23,1Em seguida, toda o grupo deles se levantou, e levaram Jesus a Pilatos. 23,2Começaram então a acusá-lo, dizendo: “Achamos este homem fazendo subversão entre o nosso povo, proibindo pagar os tributos a César e afirmando ser ele mesmo o Cristo, o Rei”. 23,3Pilatos o interrogou: “Tu és o Rei dos Judeus?” Jesus respondeu: “Tu o dizes!” 23,4Então Pilatos disse aos sumos sacerdotes e à multidão: “Não encontro neste homem nenhum crime”. 23,5Eles, porém, insistiam: “Ele agita o povo, ensinando por toda a Judéia, desde a Galiléia, onde iniciou, até aqui”. 23,6Quando ouviu isto, Pilatos perguntou: “Este homem é galileu?” 23,7E, depois de verificar que Jesus estava sob a autoridade de Herodes, enviou-o a este, pois também Herodes estava em Jerusalém naqueles dias. 23,8Herodes ficou muito contente ao ver Jesus, pois havia muito tempo desejava vê-lo. Já ouvira falar a seu respeito e esperava vê-lo fazer algum milagre. 23,9Ele interrogou-o com muitas perguntas. Jesus, porém, nada lhe respondia. 23,10Os sumos sacerdotes e os escribas estavam presentes e o acusavam com insistência. 23,11Herodes, com seus soldados, tratou Jesus com desprezo, zombou dele, vestiu-o com uma roupa vistosa e mandou-o de volta a Pilatos. 23,12Naquele dia, Herodes e Pilatos se tornaram amigos, pois antes eram inimigos. 23,13Então Pilatos convocou os sumos sacerdotes, as autoridades e o povo, e lhes disse: 23,14“Vós me trouxestes este homem como se fosse um agitador do povo. Pois bem! Já o interroguei diante de vós e não encontrei nele nenhum dos crimes de que o acusais; 23,15nem Herodes encontrou, pois o mandou de volta para nós. Como podeis ver, ele nada fez para merecer a morte. 23,16Portanto, vou castigá-lo e depois o soltarei”. 23,17Necesse autem habebat dimittere eis per diem festum unum.vg 23,18Toda a multidão começou a gritar: “Fora com ele! Solta-nos Barrabás!” 23,19Barrabás tinha sido preso por causa de uma rebelião na cidade e por homicídio. 23,20Pilatos falou outra vez à multidão, pois queria libertar Jesus. 23,21Mas eles gritavam mais alto: “Crucifica-o! Crucifica-o!” 23,22E Pilatos falou pela terceira vez: “Que mal fez este homem? Não encontrei nele nenhum crime que mereça a morte. Portanto, vou castigá-lo e depois o soltarei”. 23,23Eles, porém, continuaram a gritar com toda a força, pedindo que fosse crucificado. E a gritaria deles prevaleceu. 23,24Então Pilatos decidiu que fosse feito o que eles pediam. 23,25Soltou o homem que eles queriam (aquele que fora preso por rebelião e homicídio) e entregou Jesus à vontade deles. 23,26Enquanto levavam Jesus, pegaram um certo Simão, de Cirene, que voltava do campo, e mandaram-no carregar a cruz atrás de Jesus. 23,27Seguia-o uma grande multidão do povo, bem como de mulheres que batiam no peito e choravam por ele. 23,28Jesus, porém, voltou-se para elas e disse: “Mulheres de Jerusalém, não choreis por mim! Chorai por vós mesmas e por vossos filhos! 23,29Porque dias virão em que se dirá: ‘Felizes as estéreis, os ventres que nunca deram à luz e os seios que nunca amamentaram’. 23,30Então começarão a pedir às montanhas: ‘Caí sobre nós!’, e às colinas: ‘Escondei-nos!’ 23,31Pois, se fazem assim com a árvore verde, o que não farão com a árvore seca?” 23,32Levavam também dois malfeitores para serem executados com ele. 23,33Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali crucificaram Jesus e os malfeitores: um à sua direita e outro à sua esquerda. 23,34Jesus dizia: “Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem!” Repartiram então suas vestes tirando a sorte. 23,35O povo permanecia lá, olhando. E até os chefes zombavam, dizendo: “A outros ele salvou. Salve-se a si mesmo, se, de fato, é o Cristo de Deus, o Eleito!” 23,36Os soldados também zombavam dele; aproximavam-se, ofereciam-lhe vinagre 23,37e diziam: “Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo!” 23,38Acima dele havia um letreiro: “Este é o Rei dos Judeus”. 23,39Um dos malfeitores crucificados o insultava, dizendo: “Tu não és o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós!” 23,40Mas o outro o repreendeu: “Nem sequer temes a Deus, tu que sofres a mesma pena? 23,41Para nós, é justo sofrermos, pois estamos recebendo o que merecemos; mas ele não fez nada de mal”. 23,42E acrescentou: “Jesus, lembra-te de mim, quando começares a reinar”. 23,43Ele lhe respondeu: “Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso”. 23,44Já era mais ou menos meio-dia, e uma escuridão cobriu toda a terra até às três da tarde, 23,45pois o sol parou de brilhar. O véu do Santuário rasgou-se pelo meio, 23,46e Jesus deu um forte grito: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”. Dizendo isto, expirou. 23,47O centurião, vendo o que acontecera, glorificou a Deus dizendo: “Realmente! Este homem era justo!” 23,48E as multidões que tinham acorrido para assistir à cena, viram o que havia acontecido e foram embora, batendo no peito. 23,49Todos os conhecidos de Jesus, bem como as mulheres que o acompanhavam desde a Galiléia, se mantinham a distância, olhando essas coisas. 23,50Havia um homem bom e justo, chamado José, membro do sinédrio, 23,51o qual não tinha aprovado a decisão nem a ação dos outros membros. Ele era de Arimatéia, uma cidade da Judéia, e esperava a vinda do Reino de Deus. 23,52José foi ter com Pilatos e pediu o corpo de Jesus. 23,53Desceu o corpo da cruz, enrolou-o num lençol e colocou-o num túmulo escavado na rocha, onde ninguém ainda tinha sido sepultado. 23,54Era dia de preparação, e o sábado estava para começar. 23,55As mulheres que com Jesus vieram da Galiléia, acompanharam José e observaram o túmulo e o modo como o corpo ali era colocado. 23,56Depois voltaram para casa e prepararam perfumes e bálsamos. E, no sábado, repousaram, segundo o preceito.
28E dito isto, ia Jesus adiante de todos subindo para Jerusalém. 29E aconteceu que quando chegou perto de Betfagé,, e de Betânia, no monte que se chama das Oliveiras, enviou dois discípulos seus, 30dizendo: Ide a essa aldeia, que está fronteira: Entrando nela, achareis um jumentinho atado, em que nunca montou pessoa alguma: Desprendei-o e trazei-o. 31E se alguém vos perguntar: Por que o soltais vós? Dir-lhe-eis assim: Porque o Senhor descja servir-se dele. 32Partiram pois os que tinham sido enviados: E acharam lá o jumentinho, cono o Senhor lhes dissera. 33E quando eles estavam desprendendo o tal jumentinho, lhes disseram seus donos: Por que soltais vós esse jumentinho? 34E eles responderam: Porque o Senhor tem necessidade dele. 35Trouxeram-no pois a Jesus. E lançando sobre o jumentinho os seus vestidos, fizeram-no montar em cima. 36E por onde quer que ele passava, estendiam os seus vestidos no caminho...' 37Mas quando já ia chegando à descida do monte das Oliveiras, todos os seus discípulos, transportados de gosto, começaram de chusma a louvar a Deus em altas vozes por todas as maravilhas que tinham visto, 38dizendo: Bendito o rei que vem em nome do Senhor; paz no Cél, e glória nas alturas. 39Então alguns dos fariseus, que se achavam entre o povo, disseram-lhe: Mestre, repreende os teus discípulos. i 40Aos quais ele responder: Asseguro-vos que se 2 èles se calarem, clamarão as niesmas pedras.