Ano A · Semana II
Memórias facultativasDedicação das Basílicas dos Santos Pedro e Paulo, Apóstolos
Onde participar da Missa neste diaLeituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1Depois disso, vi uma porta aberta no céu, e a voz que antes eu tinha ouvido falar-me como trombeta, disse: “Sobe até aqui, para que eu te mostre as coisas que devem acontecer depois destas”. 2Imediatamente, fui movido pelo Espírito. Havia no céu um trono e, no trono, alguém sentado. 3Aquele que estava sentado tinha o aspecto de uma pedra de jaspe e cornalina; um arco-íris envolvia o trono com reflexos de esmeralda. 4Ao redor do trono havia outros vinte e quatro tronos; neles estavam sentados vinte e quatro anciãos, todos eles vestidos de branco e com coroas de ouro na cabeça. 5Do trono saíam relâmpagos, vozes e trovões. Diante do trono estavam acesas sete lâmpadas de fogo, que são os sete espíritos de Deus. 6Na frente do trono havia como que um mar de vidro cristalino. No centro, em redor do trono, havia quatro Seres vivos, cheios de olhos pela frente e por detrás. 7O primeiro Ser vivo era semelhante a um leão; o segundo era semelhante a um touro; o terceiro tinha rosto de homem; o quarto era semelhante a uma águia em pleno vôo. 8Cada um dos quatro Seres vivos tinha seis asas, cobertas de olhos ao redor e por dentro. Dia e noite, sem parar, proclamavam: “Santo! Santo! Santo! Senhor Deus Todo-poderoso, aquele ‘que é, que era e que vem’!” 9Os seres vivos davam glória, honra e ação de graças ao que estava sentado no trono e que vive para sempre. 10E cada vez que os Seres vivos faziam isto, os vinte e quatro anciãos se prostravam diante daquele que estava sentado no trono, para adorar o que vive para todo o sempre. Depunham suas coroas diante do trono de Deus e diziam: 11“Tu és digno, Senhor, nosso Deus, de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas. Por tua vontade é que elas existem e foram criadas”.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Aleluia. Louvai ao Senhor no seu santuário: Louvai-o no firmamento da sua virtude.
2Louvai-o nas virtudes dele: Louvai-o segundo a multidão da sua grandeza.
3Louvai-o ao som da trombeta: Louvai-o com saltério e cítara.
4Louvai-o com adufe e flauta: Louvai-o com cordas, e órgão.
5Louvai-o com címbalos sonoros: Louvai-o com címbalos de júbilo:
6Todo o espírito louve o Senhor. Aleluia. dele: isto é: ou no Céu, que é como santuário, e o trono do seu poder, ou sobre a terra nos efeitos da sua virtude... Outros explicam isto referindo o primeiro versículo aos espíritos celestiais, desta maneira: "Louvai ao Senhor, vós que estais no seu santuário: Louvai-o os que estais no firmamento, onde resplandece o seu po- Provérbios Texto original e versões antigas. — O texto original e as mais antigas versões divergem em certos pontos. Os próprios exemplares hebraicos antigos não são rigorosamente uniformes; nuns faltam e em outros sobejam máximas, que aliás se compreende sem dificuldade, visto a forma como eram feitas as cópias. A mais antiga versão é a dos Setenta, que é mais livre do que literal, o que explica também certas variantes. Data do livro dos Provérbios. — A questão da data do livro na sua forma atual é diferente da do autor. A inscrição da segunda coleção dos Provérbios, 25, 1, prova que esta parte foi compilada no tempo de Ezequias, entre 725 e 696 antes de Cristo, mas ignoramos se esta data foi buscada na tradição oral, se tirada dos livros anteriores. Como quer que seja, o que se pode afirmar é que o livro dos Provérbios é do tempo de Ezequias. Pelo que respeita ao apêndice, 30-31, pode também atribuir-se-lhe a mesma época. E a opinião de Reusch, Einleitung, P. 182, p. 397. Divisão geral. — O livro dos Provérbios compreende: INTRODUÇÃO. — 1, 1-0, contendo o titulo do livro: nome do autor, caráter e objeto dos Provérbios. PRIMEIRA PARTE. — 1,
11Enquanto estavam escutando, Jesus acrescentou uma parábola, porque estava perto de Jerusalém e eles pensavam que o Reino de Deus ia se manifestar logo. 12Disse: “Um homem nobre partiu para um país distante, a fim de ser coroado rei e depois voltar. 13Chamou então dez dos seus servos, entregou a cada um uma bolsa de dinheiro e disse: ‘Negociai com isto até que eu volte’. 14Seus concidadãos, porém, tinham aversão a ele e enviaram uma embaixada atrás dele, dizendo: ‘Não queremos que esse homem reine sobre nós’. 15Mas o homem foi nomeado rei e voltou. Mandou chamar os servos, aos quais havia dado o dinheiro, a fim de saber que negócios cada um havia feito. 16O primeiro chegou e disse: ‘Senhor, a quantia que me deste rendeu dez vezes mais’. 17O homem disse: ‘Parabéns, servo bom. Como te mostraste fiel nesta mínima coisa, recebe o governo de dez cidades’. 18O segundo chegou e disse: ‘Senhor, a quantia que me deste rendeu cinco vezes mais’. 19O homem disse também a este: ‘Tu, recebe o governo de cinco cidades’. 20Chegou o outro servo e disse: ‘Senhor, aqui está a quantia que me deste: eu a guardei num lenço, 21pois eu tinha medo de ti, porque és um homem severo. Recebes o que não deste e colhes o que não semeaste’. 22O homem disse: ‘Servo mau, eu te julgo pela tua própria boca. Sabias que sou um homem severo, que recebo o que não dei e colho o que não semeei. 23Então, por que não depositaste meu dinheiro no banco? Ao chegar, eu o retiraria com juros’. 24Depois disse aos que estavam aí presentes: ‘Tirai dele sua quantia e dai àquele que fez render dez vezes mais”. 25Os presentes disseram: ‘Senhor, esse já tem dez vezes a quantia!’ 26Ele respondeu: ‘Eu vos digo: a todo aquele que tem, será dado, mas àquele que não tem, até mesmo o que tem lhe será tirado. 27E quanto a esses meus inimigos, que não queriam que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os na minha frente”. 28Depois dessas palavras, Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém.