Santo Alberto Magno, bispo e doutor da Igreja
Padroado
- cientistas e estudiosos das ciências naturais
- estudantes (devoção popular)
Ano A · Semana II · Dia de preceito
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB10Quem achará uma mulher forte? Seu preço excede a tudo o que vem de remontadas distâncias, e dos últimos confins da terra. 11O coração de seu marido põe nela a sua confiança, e ele não necessitara de despojos. 12Ela lhe tornará o bem, e não o mal, em todos os dias da sua vida. 13Buscou lã e linho, e o trabalhou com a indústria de suas mãos. 19Ela meteu a sua mão a coisas fortes, e os seus dedos pegaram no fuso. 20Abriu a sua mão para o necessitado, e estendeu os seus braços para o pobre. 30A graça é enganadora, e a formosura é vã: A mulher que teme ao Senhor, essa é a que será louvada. 31Dai-lhe do fruto das suas mãos: E as suas obras a louvem na assembleia dos juízes.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Cântico gradual. Beni-aventurados todos os que temen ao Senhor, os que andam nos seus caminhos.
2Porque comerás dos trabalhos das tuas mãos: Bem-aventurado és, e te irá ben1.
3Tua mulher será no retiro de tua casa, como vide abundante. Teus filhos, como rebentos de oliveiras, estarão ao redor da tua mesa.
4Eis-aqui como será abençoado o homem que teme ao Senhor.
5Abençoe-te o Senhor desde Sião: E vejas os bens de Jerusalém todos os dias da tua vida.
1Acerca porém dos tempos e dos momentos, não haveis mister, irmãos, que nós vos escrevamos. 2Porque vos sabeis muito bem, que assim como costuma vir um ladrão de noite, assim virá o dia do Senhor. 3Porque quando disserem paz e segurança: Então Ihes sobrevirá uma morte repentina, como a dor a uma mulher que está de parto, e não escaparão. 4Mas vós, irmãos, não estais em trevas, de modo que aquele dia como un ladrão vos surpreenda. 5Porque todos vós sois filhos da luz, e filhos de dia: Nós não somos filhos da noite, nem das trevas. 6Não durmamos pois como também os olitros, mas vigiemos e sejamos sóbrios.
4Permanccei em mim, e eu permanecerei em vos. Como a vara da videira não pode de si mesmo dar fruto, se não permanecer na videira: Assim nem rós o podereis dar, se não permanecerdes em mim. 5Eu sou a videira, vós outros as varas: O que permanece em mim, e o em que eu permaneço, esse dá muito fruto, porque vós sem mim não podeis fazer nada.
14“O Reino dos Céus é também como um homem que ia viajar para o estrangeiro. Chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens: 15a um, cinco talentos, a outro, dois e ao terceiro, um — a cada qual de acordo com sua capacidade. Em seguida viajou. 16O servo que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles e lucrou outros cinco. 17Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. 18Mas aquele que havia recebido um só, foi cavar um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. 19Depois de muito tempo, o senhor voltou e foi ajustar contas com os servos. 20Aquele que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’. 21O senhor lhe disse: ‘Parabéns, servo bom e fiel! Como te mostraste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da alegria do teu senhor!’ 22Chegou também o que havia recebido dois talentos e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. 23O senhor lhe disse: ‘Parabéns, servo bom e fiel! Como te mostraste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da alegria do teu senhor!’ 24Por fim, chegou aquele que havia recebido um só talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ajuntas onde não semeaste. 25Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’. 26O senhor lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu colho onde não plantei e que ajunto onde não semeei. 27Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’. 28Em seguida, o senhor ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai àquele que tem dez! 29Pois a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30E quanto a este servo inútil, lançai-o fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes!’
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