Ano B · Semana I
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB13Irmãos, não queremos deixar-vos na ignorância a respeito dos mortos, para que não fiqueis tristes como os outros, que não têm esperança. 14Com efeito, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, cremos também que Deus, por meio de Jesus, levará com ele os que adormeceram. 15Eis o que temos a vos dizer, de acordo com a palavra do Senhor: nós, os vivos, que ficarmos em vida até a vinda do Senhor, não passaremos à frente dos que tiverem morrido. 16Pois o Senhor mesmo, à voz do arcanjo e ao som da trombeta de Deus, descerá do céu. E então ressuscitarão, em primeiro lugar, os que morreram em Cristo; 17depois, nós, os vivos, que ainda estivermos em vida, seremos arrebatados, junto com eles, sobre as nuvens, ao encontro do Senhor, nos ares. E, assim, estaremos sempre com o Senhor. 18Reconfortai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Quando se edificava a casa depois do cativeiro. (1 Par 15.).. Cantai ao Senhor um cântico novo: Cantai ao Senhor, Cantantes Sentor, bendizei o seu nome: Anunciai de dia a sua salvação.
3Anunciai entre as gentes a sua glória, em todos os povos as suas maravilhas.
4Porque o Senhor é grande, e mui digno de ser louvado: Terrível é sobre todos os deuses.
5Porque todos os deuses das gentes são demônios: Mas o Senhor fez os céus.
11Alegrem-se os céus, e regozije-se a terra, comova-se o mar, e o que ele contém:
12Alegrar-se-ão os campos, e todas as coisas, que deles há Então se regozijarão todas as árvores das selvas.
13Ante a face do Senhor porque veio: Porque veio a julgar a terra. Julgará a redondeza da terra com equidade, e os povos segundo a sua verdade.
16Foi então a Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, no dia de sábado, foi à sinagoga e levantou-se para fazer a leitura. 17Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, encontrou o lugar onde está escrito: 18“O Espírito do Senhor está sobre mim, pois ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Nova aos pobres: enviou-me para proclamar a libertação aos presos e, aos cegos, a recuperação da vista; para dar liberdade aos oprimidos 19e proclamar um ano de graça da parte do Senhor”. 20Depois, fechou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-se. Os olhos de todos, na sinagoga, estavam fixos nele. 21Então, começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir.” 22Todos testemunhavam a favor dele, maravilhados com as palavras cheias de graça que saíam de sua boca. E perguntavam: “Não é este o filho de José”? 23Ele, porém, dizia: “Sem dúvida, me citareis o provérbio: ‘Médico, cura-te a ti mesmo’. Tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum, faze também aqui, na tua terra!” 24E acrescentou: “Em verdade, vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra. 25Ora, a verdade é esta que vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e uma grande fome atingiu toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado o profeta Elias, senão a uma viúva em Sarepta, na Sidônia. 27E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel, mas nenhum deles foi curado, senão Naamã, o sírio”. 28Ao ouvirem estas palavras, na sinagoga, todos ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no para o alto do morro sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de empurrá-lo para o precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.
17Tu pois cinge os teus rins, e levanta-te, e dize-lhes tudo o que eu te mando. Não temas diante deles: Porque eu farei que tu não temas a sua presença. 18Porquanto eu te pus hoje como uma cidade fortificada, e como uma coluna de ferro, e como um muro de bronze, sobre toda a terra, a respeito dos reis de Judá, dos seus príncipes, e sacerdotes, e do seu povo. 19E pelejarão contra ti, mas não prevalecerão: Por-que eu sou contigo para te livrar, diz o Senhor.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Em ti me refugio, SENHOR, que eu não seja confundido para sempre.
2Liberta-me, defende-me pela tua justiça, atende-me e salva-me.
3Sê para mim uma rocha de defesa, uma fortaleza para a minha salvação, porque és meu rochedo e meu refúgio.
4Meu Deus, salva-me da mão do ímpio, do poder do malvado e do opressor.
5És tu, Senhor, a minha esperança, és minha confiança, SENHOR, desde a minha juventude.
6Sobre ti me apoiei desde o seio materno, desde o colo de minha mãe és minha proteção; em ti está sempre o meu louvor.
15Minha boca anunciará a tua justiça, sempre proclamará a tua salvação, que não sei avaliar.
17Tu me instruíste, ó Deus, desde a minha juventude e ainda hoje proclamo os teus prodígios.
17Porque é de saber que o mesmo Herodes, como tinha casado com Herodíades, sendo esta mulher de seu irmão Felipe, mandou prender, e meter em ferros a João, por causa desta mulher. 18Porque dizia João a Herodes: Não te é lícito ter a mulher. de teu irmão. e Perela, CEr. ME 19, 15 — Herodes Antipas, tetrarca: da Galléla Bos proteco mo Dis em de 5, 8 - Isto é; como um dos anti- 19E Herodíades lhe andava espreitando alguma ocasião: E o queria fazer morrer, porém não podia. 20Porque Herodes temia a João, sabendo que ele era varão justo e santo: E o protegia e pelo seu conselho fazia muitas coisas, e o ouvia de boa vontade. 21Até que ultimamente chegou um dia tavoravel, em que Herodes: celebrava o dia do seu nascimento, dando um banquete aos grandes da sua corte, aos tribunos, e aos principais da Galiléia. 22E havendo entrado no festim a filha da mesma Herodíades, e dançado, e dado gosto a Ferodes, e aos que com ele estavam à mesa, disse o rei à moça: Pède-me o que quiseres que eu to darei: 23E lhe jurou: Tudo o que me pedires te darei, ainda que seja metade do meu reino. 24Tendo ela saído, disse a sua mãe: Que hei de eu pedir? e ela respondeu: A cabeça de João Batista. 25E tornando logo a entrar a grã-pressa onde estava o rei, pediu, dizendo: Quero que sem mais demora me dês num prato a cabeça de João Batista.' 26E o rei se entristeceu, mas por causa do juramento, e pelos que com ele estavam ali à mesa, não quis: desgostá-la. continuação nos versicos As trada ciro que se deduz da. 27Mas enviando um dos da sua guarda, lhe man-. dou trazer a cabeça de João num prato, e ele indo o degolou no cárcere. 28E trouxe a sua cabeça num prato, e a deu à moça, e a moça a cell a sua mãe. 29O que ouvindo seus discípulos, vieram e levaram o seu corpo, e o puseram no sepulcro.