Ano A · Semana II
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1 versículo ainda não foi recuperado na digitalização do Figueiredo e aparece como […].
Leituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB13Quem é entre vós-outros sábio e instruído? Mostre pela boa conversação as suas obras em mansidão de sabedoria. 14Mas se tendes um zelo amargo, e remarem contendas em vossos corações: Não vos glorieis, nem sejais mentirosos contra a verdade: 15Porque esta não é a sabedoria que vem lá do alto: Mas é uma sabedoria terrena, animal, diabólica. 16Porque onde há ciume e contenda, ali há inconstância e toda a obra má. • 17A sabedoria, porém, que vem lá de cima, primeiramente é na verdade casta, depois pacífica, moderada, dócil, susceptível de todo o bem, cheia de misericórdia e de bons frutos, não julga, não é dissimulada. 18Ora o fruto da justiça se semeia em, paz, por aqueles que fazem obras de paz. 1 'Donde vêm as guerras e contendas entre vós? Não vêm elas deste princípio? Das vossas concupiscências, que combatem em vossos membros? 2 Cobiçais, e não tendes o que quereis: Matais e invejais, e não podeis alcançar o que desejais: Litigais e fazeis guerra, é não tendes o que pretendeis, porque não pedis. 3 Pedis e não recebeis: E isto porque pedis mal:. Para satisfazerdes as vossas paixões. •4 Adúlteros, não sabeis que a amizade deste mundo é inimiga de Deus? Logo todo aquele que quiser ser amigo deste século se constitui inimigo de Deus.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
8A lei do SENHOR é perfeita, conforto para a alma; o testemunho do SENHOR é verdadeiro, torna sábios os pequenos.
9As ordens do SENHOR são justas, alegram o coração; os mandamentos do SENHOR são retos, iluminam os olhos.
10O temor do SENHOR é puro, dura para sempre; os juízos do SENHOR são fiéis e justos,
15Et erunt ut complaceant eloquia oris mei, et meditatio cordis mei in conspectu tuo semper. Domine, adjutor meus, et redemptor meus.vg
10E que agora foi manifestada pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual na verdade destruiu a morte, e tirou à luz a vida, e a imortalidade pelo Evangelho:
13E vindo a seus discípulos, viu perto deles uma grande multidão de gente, e que os escribas estavam disputando comn eles. 14E logo todo o povo vendo a Jesus, ficou espantado, e todos se encherain de temor, e correndo a ele o saudavam. 15E ele perguntou-lhes: Que é o que estais disputando entre vós outros? 16E respondendo um dentre a gente, disse: Mestre, eu te trouxe meu filho, possuído de um espírito mudo: 17O qual onde quer que o apanha, o lança por terra, e o moço deita escuma pela boca e range os dentes; e vai-se mirrando: E roguei a teus discípulos que o expelissem, e eles não puderam. 18Respondendo-lhes Jesus, disse: O' geração incrédula, até quando hei de eu estar convosco? Até quando vos hei de sofrer? Trazei-mo cá 19Trouxeram-lho então. E ainda bem ele não tinha visto a Jesus, quando logo o espírito imundo o começou a agitar com violência: Até que caiu por terra, onde • se revolvia babando-se todo. 20E perguntou Jesus ao pai dele: Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse: Desde a infância: 21E o demônio o tem lançado muitas vezes no fogo, e muitas na água, para o matar: Porém se tu podes alguma coisa, ajuda-nos, tem compaixão de nós. 22Disse-lhe pois Jesus: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê 23E imediatamente o pai do moço gritando, dizia com lágrimas: Sim, Senhor, eu creio: Ajuda tu a minha incredulidade. 24E Jesus vendo que o povo concorria, ameaçou o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito surdo, e mudo, eu te mando, sai desse moço: E não tornes à entrat nete. 25Então dando gřandes gritos, e mältratando-o muito, saiu dele, e ficou como imorto, de sorte que muitos diziam: Está morto 26Porém tomando-o Jesus pela mão, o levantou, e ele se ergueu. 27E depois que entrou em casa, perguntaram-lhe seus discípulos particularmente: Por que o não pudemos nós expelir?..•. 2.s. 28E ele lhes disse: Esta casta de demônios não se pode fazer sair, senão à força de oração, e de jejum.
Ou: At 1,12-14
9Mas o SENHOR Deus chamou o homem e perguntou: “Onde estás?” 10Ele respondeu: “Ouvi teu ruído no jardim. Fiquei com medo, porque estava nu, e escondi-me”. 11Deus perguntou: “E quem te disse que estavas nu? Então comeste da árvore, de cujo fruto te proibi comer?” 12O homem respondeu: “A mulher que me deste por companheira, foi ela que me fez provar do fruto da árvore, e eu comi”. 13Então o SENHOR Deus perguntou à mulher: “Por que fizeste isso?” E a mulher respondeu: “A serpente enganou-me, e eu comi”. 14E o SENHOR Deus disse à serpente: “Porque fizeste isso, serás maldita entre todos os animais domésticos e entre todos os animais selvagens. Rastejarás sobre teu ventre e comerás pó todos os dias de tua vida. 15Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”. 20O homem chamou à sua mulher “Eva”, porque ela se tornou a mãe de todos os viventes.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Salmo dos filhos de Coré. Cântico. Os fundamentos dela estão sobre os morites Santos:
2Ama o Senhor as portas de Sião sobre todos os Tabernáculos de Jacó.
3Coisas gloriosas se têm dito de ti, ó cidade de Deus. traduzido de vinte maneiras diversas. Boulleret — Les Psuumes selon la Vulgate. Uns consideram-no como um hino de glória a Jerusalém e uma profecia de conversão dos gentios; outros a ruína de Senaquerib.
5Porventura não se dirá a Sião: Homem e homem nasceu nela: E o mesmo Altíssimo a fundou?
6O Senhor nas descrições dos povos, e dos príncipes dirá o número daqueles que estiverem nela.
7Alegram-se todos os que habitam em ti.. Cântico de salmo. Ao regente do coro.
25Entretanto estavam em pé junto à Cruz de Jesus sta mãe, e irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena.. 26Jesus pois tendo visto sua mãe, e ao discípulo que ele amava, o qual estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí teu filho. 27Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desta hora em diante a tomou o discípulo para sua casa. 28Depois sabendo Jesus que tudo estava cumprido, para se cumprir uma palavra, que ainda restava das Escritura, disse: Tenho sede. 29Tinha-se porém ali posto um raso cheio de vinagre. Então os soldados ensopavam no vinagre uma esponja, e atando-a a um hissopo lha chegaram à boca. 30Jesus porém havendo tomado o vinagre, disse: Tudo está cumprido. E abaixando a cabeça, rendeu o espírito. 31E os judeus (porquanto era a preparação) para que não ficassem os corpos na cruz em dia de sábado mãe, e à sua mãe dá-lhe um filho que ela muito amara. Mas estas palavras de Jesus, pronunciadas nos últimos momentos da sua vida (porque aquele dia de sábado era de grande solenidade), rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e que fossem dali tirados. 32Vieram pois os soldados: E quebraram as pernas ao primeiro, e ao outro, que com ele fora crucificado. 33Tendo vindo depois a Jesus, como viram que estava já morto, não lhe quebraram as pernas. 34Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água.