Santa Faustina Kowalska, virgem
Religiosa polonesa (1905-1938), apóstola da Divina Misericórdia; seu Diário originou o Terço da Misericórdia.
Padroado
- Divina Misericórdia (apóstola)
- Jubileu da Misericórdia de 2016 (uma das padroeiras)
Ano B · Semana II · Dia de preceito
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB18Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: façamos-lhe uma Ajudante semelhante a ele. 19Tendo pois o Senhor Deus formado da terra todos os animais terrestres, e lódas as aves do céu, ele os levou a Adão, para este ver como os havia de chamar. E o nome, que Adão pôs a cada animal, é o seu verdadeiro nome. 20Ele os chamou pelo nome, que lhes era próprio, assim as aves do céu, como os animais da terra: mas não se achava Ajudante para Adão, que fosse semelhante a ele. 21Mandou pois o Senhor Deus um profundo sono a Adão; e quando ele estava dormindo, tirou Deus uma das suas costelas. e pôs carne em seu lugar. 22E. da costela que tinha tirado de Adão. formou o Senhor Deus uma mulher, que ele lhe apresentou. 23Então disse Adão: Eis aqui agora o osso de meus ossos, e a carne da minha carne. Esta se chamará por um nome derivado do homen, porque foi tirada do homen. 24Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá a sua mulher: e serão dois numa mesma carne.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Cântico gradual. Beni-aventurados todos os que temen ao Senhor, os que andam nos seus caminhos.
2Porque comerás dos trabalhos das tuas mãos: Bem-aventurado és, e te irá ben1.
3Tua mulher será no retiro de tua casa, como vide abundante. Teus filhos, como rebentos de oliveiras, estarão ao redor da tua mesa.
4Eis-aqui como será abençoado o homem que teme ao Senhor.
5Abençoe-te o Senhor desde Sião: E vejas os bens de Jerusalém todos os dias da tua vida.
6E vejas os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israci.
9Mas aquele Jesus, que por um pouco foi feito: menor que os Anjos, nós o vemos pela paixão da morte coroado de glória e de honra: Para que pela graça de Deus gostasse a morte por todos. 10Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e por quem todas existem, havendo de con- duzir muitos filhos à glória, consumasse pela paixão ao autor da salvação deles. 11Porque o que santifica, e os que são santificados, todos vêm dum mesmo princípio. Por esta causa, não tem rubor de lhes chamar irmãos, dizendo:
Ou: Mc 10,2-12
2Aproximaram-se então alguns fariseus e, para experimentá-lo, perguntaram se era permitido ao homem despedir sua mulher. 3Jesus perguntou: “Qual é o preceito de Moisés a respeito?” 4Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever um atestado de divórcio e despedi-la”. 5Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés escreveu este preceito. 6No entanto, desde o princípio da criação Deus os fez homem e mulher. 7Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, 8e os dois formarão uma só carne; assim, já não são dois, mas uma só carne. 9Portanto, o que Deus uniu o homem não separe!” 10Em casa, os discípulos fizeram mais perguntas sobre o assunto. 11Jesus respondeu: “Quem despede sua mulher e se casa com outra, comete adultério contra a primeira. 12E se uma mulher despede seu marido e se casar com outro, comete adultério também”. 13Algumas pessoas traziam crianças para que Jesus as tocasse. Os discípulos, porém, as repreenderam. 14Vendo isso, Jesus se aborreceu e disse: “Deixai as crianças virem a mim. Não as impeçais, porque a pessoas assim é que pertence o Reino de Deus. 15Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele!” 16E abraçava as crianças e, impondo as mãos sobre elas, as abençoava.
Religiosa polonesa (1905-1938), apóstola da Divina Misericórdia; seu Diário originou o Terço da Misericórdia.
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