Ano B · Semana II
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1Paulo, chamado a ser apóstolo do Cristo Jesus, por vontade de Deus, e o irmão Sóstenes, 2à Igreja de Deus que está em Corinto: aos que foram santificados no Cristo Jesus, chamados a serem santos, junto com todos os que, em qualquer lugar, invocam o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso. 3Para vós, graça e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. 4Dou sempre graças a meu Deus a vosso respeito, por causa da graça que ele vos concedeu no Cristo Jesus. 5Nele fostes enriquecidos em tudo, em toda palavra e em todo conhecimento, 6à medida que o testemunho sobre Cristo se confirmou entre vós. 7Assim, não tendes falta de nenhum dom, vós que aguardais a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo. 8É ele também que vos confirmará em vosso procedimento irrepreensível até o fim, até ao dia de nosso Senhor Jesus Cristo. 9É fiel o Deus que vos chamou à comunhão com seu Filho, Jesus Cristo, nosso Senhor.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
2Cada dia te bendirei: E louvarei o teu nome pelo século, e pelo século do século.
3Grande é o Senhor, e muito digno de louvor: E a sua grandeza não tem limites.
4A geração e geração louvarão as tuas obras: E publicarão o teu poder.
5Falarão da magnificência da glória da tua santidade: E contarão as tuas maravilhas.
6E dirão as virtudes das tuas coisas terríveis: E contarão a tua grandeza.
7Farão larguíssima memória da abundância da tua suavidade: E exultarão com a tua justiça.
42Velai pois, porque não sabeis a que hora ha de vir vosso Senhor. 43Mas sabei que se o pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria sem dúvida, e não deixaria minar a sua casa. 44Por isso estai vós também preparados: Porque não sabeis em que hora tem de vir o Filho do homem. 45Quem crês que é o servo fiel, e prudente, a quem seu Senhor pôs sobre a sua família, para que lhes dê de comer a tempo? 46Bem-aventurado aquele servo, a quem seu Senhor achar nisso ocupado quando vier. 47Na verdade vos digo, que ele o constituirá adininistrador de todos os seus bens. 'EUS BENS -•O levará à sua glória, que é a suma de todos o ens, em recompensa da sua prudente fidelidade ÷ 152 - 48Mas se aquele servo sendo mau disser no seu coração: Meu Senhor tarda em vir: 49E começar a maltratar aos seus companheiros, a comer, e beber com os que se embriagam: 50Virá o Senhor daquele servo no dia em que ele o não espera, e na hora em que ele não sabe: 51E removê-lo-á, e porá a sua parte com os hipócritas: Ali haverá choro, e ranger de dentes.
17Tu pois cinge os teus rins, e levanta-te, e dize-lhes tudo o que eu te mando. Não temas diante deles: Porque eu farei que tu não temas a sua presença. 18Porquanto eu te pus hoje como uma cidade fortificada, e como uma coluna de ferro, e como um muro de bronze, sobre toda a terra, a respeito dos reis de Judá, dos seus príncipes, e sacerdotes, e do seu povo. 19E pelejarão contra ti, mas não prevalecerão: Por-que eu sou contigo para te livrar, diz o Senhor.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Em ti me refugio, SENHOR, que eu não seja confundido para sempre.
2Liberta-me, defende-me pela tua justiça, atende-me e salva-me.
3Sê para mim uma rocha de defesa, uma fortaleza para a minha salvação, porque és meu rochedo e meu refúgio.
4Meu Deus, salva-me da mão do ímpio, do poder do malvado e do opressor.
5És tu, Senhor, a minha esperança, és minha confiança, SENHOR, desde a minha juventude.
6Sobre ti me apoiei desde o seio materno, desde o colo de minha mãe és minha proteção; em ti está sempre o meu louvor.
15Minha boca anunciará a tua justiça, sempre proclamará a tua salvação, que não sei avaliar.
17Tu me instruíste, ó Deus, desde a minha juventude e ainda hoje proclamo os teus prodígios.
17Porque é de saber que o mesmo Herodes, como tinha casado com Herodíades, sendo esta mulher de seu irmão Felipe, mandou prender, e meter em ferros a João, por causa desta mulher. 18Porque dizia João a Herodes: Não te é lícito ter a mulher. de teu irmão. e Perela, CEr. ME 19, 15 — Herodes Antipas, tetrarca: da Galléla Bos proteco mo Dis em de 5, 8 - Isto é; como um dos anti- 19E Herodíades lhe andava espreitando alguma ocasião: E o queria fazer morrer, porém não podia. 20Porque Herodes temia a João, sabendo que ele era varão justo e santo: E o protegia e pelo seu conselho fazia muitas coisas, e o ouvia de boa vontade. 21Até que ultimamente chegou um dia tavoravel, em que Herodes: celebrava o dia do seu nascimento, dando um banquete aos grandes da sua corte, aos tribunos, e aos principais da Galiléia. 22E havendo entrado no festim a filha da mesma Herodíades, e dançado, e dado gosto a Ferodes, e aos que com ele estavam à mesa, disse o rei à moça: Pède-me o que quiseres que eu to darei: 23E lhe jurou: Tudo o que me pedires te darei, ainda que seja metade do meu reino. 24Tendo ela saído, disse a sua mãe: Que hei de eu pedir? e ela respondeu: A cabeça de João Batista. 25E tornando logo a entrar a grã-pressa onde estava o rei, pediu, dizendo: Quero que sem mais demora me dês num prato a cabeça de João Batista.' 26E o rei se entristeceu, mas por causa do juramento, e pelos que com ele estavam ali à mesa, não quis: desgostá-la. continuação nos versicos As trada ciro que se deduz da. 27Mas enviando um dos da sua guarda, lhe man-. dou trazer a cabeça de João num prato, e ele indo o degolou no cárcere. 28E trouxe a sua cabeça num prato, e a deu à moça, e a moça a cell a sua mãe. 29O que ouvindo seus discípulos, vieram e levaram o seu corpo, e o puseram no sepulcro.