Ano B · Semana II · Dia de preceito
Onde participar da Missa neste diaLeituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB42Veio também um homem de Baalsalisa que trazia ao homem de Deus uns pães das primícias, vinte pães de cevada, e trigo novo no seu alforje. E Eliseu disse: Dá ao povo para que coma. 43E o seu criado lhe respondeu: Que é isto, para eu o pôr diante a cem pessoas? Ele disse outra vez: Dá ao povo para que coma: Porque eis-aqui o que diz o Senhor: Comerão e sobejará. 44Pôs-lhos pois diante: Comeram, e ainda sobrou, conforme a palavra do Senhor. •
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
10Deem-te glória a
11Senhor, todas as tuas obras: E os teus santos te bendigam. 11 A glória do teu reino publicarão: E o teu poder celebrarão.
15Os olhos de todos esperam em ti, Senhor: E tu lhe dás o sustento em tempo oportuno.
16Tu abres a tua mão: E enches a todo o animal de bênção.
17Justo é o Senhor em todos os seus caminhos: E santo em todas as suas obras.
18Perto está o Sénhor de todos os que o invocam: De todos os que o invocam em verdade.
1E assim vos rogo eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis como convém à vocação, com que haveis sido chamados. 2Cona toda a humillade e mansidão, com paciência, sofrendo-vos uns aos outros en caridade. 3Trabalhando cuidadosamente por conservar a unidade de espírito pelo vínculo da paz. uma palavra: a imensidade do mistério da Encarnação. "- 80. -•: 4Sendo um mesmo corpo, e um mesmo espírito, como fostes chamados em uma esperança da vossa vocação. 5Assim como não há senão um Senhor, uma fé, um batismo, 6uin Deus, e Pai de todos, que é sobre todos, e governa todas as coisas, e reside em todos nós.
1Depois disso, Jesus foi para o outro lado do mar da Galiléia, ou seja, de Tiberíades. 2Uma grande multidão o seguia, vendo os sinais que ele fazia a favor dos doentes. 3Jesus subiu a montanha e sentou-se lá com os seus discípulos. 4Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. 5Levantando os olhos e vendo uma grande multidão que vinha a ele, Jesus disse a Filipe: “Onde vamos comprar pão para que estes possam comer?” 6Disse isso para testar Filipe, pois ele sabia muito bem o que ia fazer. 7Filipe respondeu: “Nem duzentos denários de pão bastariam para dar um pouquinho a cada um”. 8Um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse: 9“Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas, que é isso para tanta gente?” 10Jesus disse: “Fazei as pessoas sentar-se”. Naquele lugar havia muita relva, e lá se sentaram os homens em número de aproximadamente cinco mil. 11Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes. 12Depois que se fartaram, disse aos discípulos: “Juntai os pedaços que sobraram, para que nada se perca!” 13Eles juntaram e encheram doze cestos, com os pedaços que sobraram dos cinco pães de cevada que comeram. 14À vista do sinal que Jesus tinha realizado, as pessoas exclamavam: “Este é verdadeiramente o profeta, aquele que deve vir ao mundo”. 15Quando Jesus percebeu que queriam levá-lo para proclamá-lo rei, novamente se retirou sozinho para a montanha.