Ano B · Semana II
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB13Chegou logo um correio a Davi dizendo: Todo o israel segue Absalão com todas as veras. 14E disse Davi aos seus criados, que estavan: com ele em Jerusalém: Levantai-vos, fujamos: Porque não poderemos escapar das mãos de Absalão: Apressai-vos a sair, não suceda que ele chegando nos apanhe, e traga sobre nós a ruína, e mande passar ao fio da espada a cidade. 13 E os servos do rei lhe disseram: Nós teus servos executaremos de boa vontade tudo o que mandar o rei nosso senhor. • 16 Saiu pois o rei, e toda a sua família a pé: E deixou dez mulheres suas concubinas para guardarem o palácio. 17 E tendo saído o rei e todo o Israel a pé, parou estalido já longe da sua casa: 30E Davi ia subindo a costa das oliveiras, e a subiu chorando, caminhando com os pés descalços e a cabeça coberta, e todo o povo que ia com ele, subia também chorando coberta a cabeça. 16,5Chegou pois o rei Davi até Baurim: E cis que saía dali um homem da parentela da casa de Saul, chamado Semei, filho de Gera, que se adiantava no seu caminho, e amaldiçoava. 16,6e atirava pedradas contra Davi, e contra todos os servos do rei Davi: Todo o paro porém e todos os homens de guerra marchavam à direita e à esquerda do rei. 16,7E Semei amaldiçoando ao rei, dizia assim: Sai, sai, homem sanguinário, e homem de Belia!. 16,8O Senhor te deu agora o pago de todo o sangue da casa de Saul: Porquanto lhe usurpaste o reino, e o Senhor o pôs na mão de teu filho Absalão: E olha como os males te oprimem, porque és um homem sanguinário. • 16,9Então disse Abisai, filho de Sarvia, ao rei: Por que amaldiçoa este cão morto ao rei meu senhor? Eu vou, e cortar-lhe-ci a cabeça. 16,10E o rei disse: Que tenho eu convosco, filhos de Sarvia? Deixai-o maldizer: Porque o Senhor lhe mandou que maldissesse a Davi: E quem se atreverá a dizer: Por que o fez ele assim? 16,11E disse o rei a Abisai, e a todos os seus servos: Vós vedes que meu filho, que eu gerei das minhas entranhas, procura tirar-me a vida: Quanto mais agora um filho de Jemini? Deixai-o maldizer conforme a ordem do Senhor: 16,12Talvez que o Senhor olhe para a minha aflição: E me faça o Senhor bem pelas maldições deste dia. 16,13Prosseguia pois Davi o seu caminho acompanhado dos seus. Mas Semei ia pelo alto costeando o 11onte, deironie dele, maldizendo-o, e'atirando pedras contra ele. e espalhando pó.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
2Senhor por que são em tão grande número os que me perseguem? muitos se levantam contra min.
3Muitos dizem à minha alma: Não há salvação para ele em seu Deus.
4Porém tu, Senhor, és o meu protetor, a minha glória e o que exaltas a minha cabeça.
5Com a minha voz clamei ao Senhor: E me ouviu desde o seu santo monte.
6Eu dormi e estive sepultado no sono: E levantei-me, porque o Senhor me amparou.
7Não temerei aqueles milhares de povo que me cercam: Levanta-te, Senhor, salva-me, Deus meu.
16Pelo que se apoderou de todos o temor: E glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós: E visitou Deus o seu povo. E a fama deste mi'agre correu por toda a Judéia, e por toda a comarca.
1Jesus e os discípulos chegaram à outra margem do mar, na região dos gerasenos. 2Logo que Jesus desceu do barco, um homem que tinha um espírito impuro saiu do meio dos túmulos e foi a seu encontro. 3Ele morava nos túmulos, e ninguém conseguia amarrá-lo, nem mesmo com correntes. 4Muitas vezes tinha sido preso com grilhões e com correntes, mas ele arrebentava as correntes e quebrava os grilhões, e ninguém conseguia dominá-lo. 5Dia e noite andava entre os túmulos e pelos morros, gritando e ferindo-se com pedras. 6Ao ver Jesus, de longe, o homem correu, caiu de joelhos diante dele 7e gritou bem alto: “Que queres de mim, Jesus, Filho de Deus Altíssimo? Por Deus, não me atormentes!” 8Jesus, porém, disse-lhe: “Espírito impuro, sai deste homem!” 9E perguntou-lhe: “Qual é o teu nome?” Ele respondeu: “Legião é meu nome, pois somos muitos”. 10E suplicava-lhe para que não o expulsasse daquela região. 11Entretanto estava pastando, no morro, uma grande manada de porcos. 12Os espíritos impuros suplicaram então: “Manda-nos entrar nos porcos”. 13Jesus permitiu. Eles saíram do homem e entraram nos porcos. E os porcos, uns dois mil, se precipitaram pelo despenhadeiro no mar e foram se afogando. 14Os que cuidavam deles fugiram e espalharam a notícia na cidade e no campo. As pessoas saíram para ver o que tinha acontecido. 15Chegaram onde estava Jesus e viram o possesso sentado, vestido e no seu perfeito juízo — aquele que tivera o Legião. E ficaram com medo. 16Os que tinham presenciado o fato explicavam-lhes o que havia acontecido com o possesso e com os porcos. 17Então, suplicaram Jesus para que fosse embora do território deles. 18Enquanto Jesus entrava no barco, o homem que tinha sido possesso pediu para que o deixasse ir com ele. 19Jesus, porém, não permitiu, mas disse-lhe: “Vai para casa, para junto dos teus, e anuncia-lhes tudo o que o Senhor, em sua misericórdia, fez por ti”. 20O homem foi embora e começou a anunciar, na Decápole, tudo quanto Jesus tinha feito por ele. E todos ficavam admirados.