Ano B · Semana II
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB9Depois que em Silo comeram e beberam, Ana levantou-se. O sacerdote Eli estava sentado em sua cadeira, à entrada do santuário do SENHOR. 10Ana, cheia de amargura, em profusão de lágrimas, orou ao SENHOR. 11Fez a seguinte promessa: “SENHOR dos exércitos, se olhares para a aflição de tua serva e de mim te lembrares, se não te esqueceres da tua escrava e lhe deres um filho homem, eu o oferecerei a ti por toda a vida, e não passará navalha sobre a sua cabeça”. 12Como ela se demorasse nas preces diante do SENHOR, Eli observava o movimento de seus lábios. 13Ana apenas murmurava: seus lábios se moviam, mas não se ouvia sua voz. Eli julgou que ela estivesse embriagada. 14Por isso lhe disse: “Até quando estarás bêbada? Tira essa bebedeira!” 15Ana, porém, respondeu: “Não é isso, meu senhor! Sou apenas uma mulher muito infeliz; não bebi vinho nem bebida forte, mas derramei a minha alma na presença do SENHOR. 16Não consideres tua serva uma mulher perdida, pois foi por minha excessiva dor e aflição que falei até agora”. 17Eli então lhe disse: “Vai em paz, e que o Deus de Israel te conceda o que lhe pediste”. 18Ela respondeu: “Que tua serva encontre graça diante dos teus olhos”. E a mulher foi embora, comeu, e seu semblante não era mais triste como antes. 19Na manhã seguinte, ela e seu marido levantaram-se muito cedo e adoraram na presença do SENHOR, Depois voltaram para sua casa em Ramá. Elcana uniu-se a Ana, sua mulher, e o SENHOR lembrou-se dela. 20Ana concebeu e, no devido tempo, deu à luz um filho. Chamou-o Samuel, porque — disse ela — “eu o pedi ao SENHOR”.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1O meu coração exultou ao Senhor, e a minha força foi exaltada no meu Deus: a minha boca se dilatou para responder a meus inimigos; porque me alegrei na salvação que vem de ti.
4O arco dos fortes se quebrou, e os fracos foram armados de força.
5Os que antes estavam abundantes de bens, assalariaram-se para terem pão: e os famintos se fartaram, até que a estéril teve muitos filhos: e a que tinha muitos, se impossibilitou de os ter.
6O Senhor é o que tira a vida e a dá, leva à sepultura e tira dela.
7O Senhor é o que empobrece e enriquece: ele abate e eleva.
8Levanta do pó ao necessitado, e do esterco eleva o pobre: para o fazer assentar entre os príncipes, e para lhe dar um trono de glória. Do Senhor pois são os pólos da terra e sobre eles pôs o mundo.
13Por isso é que nós também damos sem cessar graças a Deus: Porque quando ouvindo-nos recebestes de nós outros a palavra de Deus, vós a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo é verdade) como palavra de Deus, o qual obra em vos, os que crestes:
21Entraram em Cafarnaum. No sábado, Jesus foi à sinagoga e pôs-se a ensinar. 22Todos ficaram admirados com seu ensinamento, pois ele os ensinava como quem tem autoridade, não como os escribas. 23Entre eles na sinagoga estava um homem com um espírito impuro; ele gritava: 24“Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: o Santo de Deus!” 25Jesus o repreendeu: “Cala-te, sai dele!” 26O espírito impuro sacudiu o homem com violência, deu um forte grito e saiu. 27Todos ficaram admirados e perguntavam uns aos outros: “Que é isto? Um ensinamento novo, e com autoridade: ele dá ordens até aos espíritos impuros, e eles lhe obedecem! 28E sua fama se espalhou rapidamente por toda a região da Galiléia.