Ano A · Semana I · Dia de preceito
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB30O conselho malvadíssimo recairá sobre o mesmo que o forja, e não reconhecerá de onde lhe vem. 31A irrisão, e o impropério é de soberbos, e a vingança lhes sairá de emboscada, como um leão. 32Aqueles que se deleitam com a queda dos justos perecerão no laço, e a dor os consumirá antes que morram. 33A ira e o furor são duas coisas execráveis, e o homem pecador as terá em si mesino. 28,1Aquele que quer vingar-se encontrará a vingança do Senhor, e ele lhe reservará para sempre os seus pecados. 28,2Perdoa ao teu próximo o mal que te faz: E então deprecando tu, ser-te-ão perdoados os pecados. 28,3O homem guarda a sua ira para outro homem, e pede a Deus remédio? 28,4Ele não tem compaixão dum homem seu semelhante, e pede perdão dos seus pecados? 28,5Ele sendo carne conserva rancor, e pede propiciação a Deus? Quem lha alcançará pelos seus delitos? 28,6Lembra-te dos teus novíssimos, e deixa de nutrir inimizades: 28,7Porque a corrupção e a morte estão a cair sobre aqueles que quebrantain os mandamentos do Senhor.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Do mesmo Davi. • Bendiz, ó alma minha, ao Senhor: E todas as coisas que há dentro de mim bendigam ao seu santo Nome.
2Bendiz, ó alma minha, ao Senhor: E não queiras esquecer-te de todos os seus benefícios.
3O que perdoa todas as tuas maldades: O que sara todas as tuas enfermidades.
4O que redime da morte a tua vida: O que te coroa da sua misericórdia, e das suas graças.
9Não estará irado para sempre: Nem ameaçará eternamente.
10Não nos há tratado a nós segundo os nossos pecados: Nem nos tem pago segundo as nossas maldades.
11Pois quanto a elevação do céu está remontada sobre a terra: Tanto ele tem firmado a sua misericórdia sobre os que o temen.
12Quanto dista o Oriente do Ocidente: Tanto ele tem apartado de nós as nossas maldades.
7Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum de nós morre para si 8Porque se vivemos, para o Senhor vivemos: Se morremos, para o Senhor morremos. Logo ou nós vivamos, ou morramos, sempre somos do Senhor. 9Porque por isso é que morreu Cristo, e ressuscitou: fara ser Senhor, tanto de mortas, como de vivos. 10. E tu por que julgas a teu irmão? Ou por que desprezas tu a teu irmão? Pois todos comparecerèmos ante o tribunal de Cristo: para logo o convencer, porque é mais que evidente que S. Paulo não fala senão das abstinencias legais, e a Igreja, mui longe de induzir os fieis a estas observâncias da lei de Moisés, lhes tem absolutamente proibido toda a prática delas. Nem ela tem outro objeto nas abstinências que lhes impõe, que o de elevar os seus
34Eu dor-vos um novo mandamento: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei, para que vós também mutuamente yos ameis.
21Pedro dirigiu-se a Jesus perguntando: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” 22Jesus respondeu: “Digo-te, não até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes. 23O Reino dos Céus é, portanto, como um rei que resolveu ajustar contas com seus servos. 24Quando começou o ajuste, trouxeram-lhe um que lhe devia uma fortuna inimaginável. 25Como o servo não tivesse com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher, os filhos e tudo o que possuía, para pagar a dívida. 26O servo, porém, prostrou-se diante dele pedindo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo’. 27Diante disso, o senhor teve compaixão, soltou o servo e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia uma quantia irrisória. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’. 29O companheiro, caindo aos pés dele, suplicava: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei’. 30Mas o servo não quis saber. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que estava devendo. 31Quando viram o que havia acontecido, os outros servos ficaram muito sentidos, procuraram o senhor e lhe contaram tudo. 32Então o senhor mandou chamar aquele servo e lhe disse: ‘Servo malvado, eu te perdoei toda a tua dívida, porque me suplicaste. 33Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti? 34O senhor se irritou e mandou entregar aquele servo aos carrascos, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”.