Santa Isabel de Portugal
Padroado
- Coimbra (Portugal)
- pacificadores (devoção popular)
- esposas em casamentos difíceis (devoção popular)
Ano A · Semana I
Memórias facultativasSanta Isabel de Portugal
Onde participar da Missa neste diaLeituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB5tendo então cem anos: porque nesta idade é que ele veio a ser pai de Isaac. 8Entretanto nasceu o menino, e foi desmamado: e no dia, que ele foi desmamado, deu Abraão um grande banquete. 9Sara porém, como visse o filho de Agar egiptana brincando com seu filho Isaac, disse para Abraão: 10Expulsa esta escrava com seu filho: Porque o filho da escrava não será herdeiro com meu filho Isaac. 11Pareceu isto duro a Abraão, por causa de seu filho Ismael. 12Mas o Senhor lhe disse: Não te pareça áspero o que Sara te disse de teu filho, e da tua escrava. Antes tudo o que Sara te disser faze-o: porque de Isaac é que há de sair a raça, que há de ter o teu nome. 13E quanto ao filho da tua escrava, eu o farei também pai de um grande povo, por ele ter saído de ti. 14Abraão pois tendo-se levantado de manhã, tomou pão e um odre d'água, e pô-lo às costas a Agar: Entregou-lhe seu filho, e despediu-a. Agar tendo partido, andava errante pelo deserto de Bersabé. 15E como se lhe tivesse acabado a água do odre, deixou seu filho deitado debaixo de uma árvore, que ali havia, 16e se alongou dele um tiro de arco, e se assentou bem defronte, dizendo: Não verei morrer a meu filho: E levantando a voz, se pôs a chorar. 17Ora Deus ouviu a voz do menino: e o anjo do Senhor chamou a Agar do céu, e lhe disse: Agar, que fazes tu por aqui? Não temas: porque Deus ouriu a voz do teu menino do lugar, onde está. 18Levanta-te, toma o menino, e tem-no pela mão: porque eu o farei pai de um grande povo. 19Ao mesmo tempo abriu Deus os olhos de Agar, a qual vendo um poço dágua, foi a ele, e encheu o seu odre, e deu de beber ao menino. 20Assistiu Deus ao menino, e ele cresceu, e ficou vivendo no deserto, e saiu um moço bom frecheiro.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
7Este pobre levantou o grito, e o Senhor o ouviu: E ele o salvou de todas as suas tribulações.
8O anjo do Senhor andará à roda dos que o temem: E os livrará.
10Temei ao Senhor todos vós os seus Santos: Porque os que o temem, não caem em pobreza.
11Os ricos necessitaram e tiveram fome: Mas os que buscam ao Senhor, não serão privados de bem algum.
12Vinde, filhos, ouvi-me: Eu vos ensinarei o temor do Senhor.
13Quem é o homem que quer a vida: E que deseja ver os dias bem-aventurados?
28E quando Jesus passou à outra parte do lago, ao pais dos gerasenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados, que saíam dos sepulcros, em extremo furiosos, de tal maneira que ninguém ousava passar por aqueles. camuntios. 29E gritaram logo ambos, dizendo: Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui atormentarnos antes de tempo? 30Ora em alguma distância deles andava uma manada de muitos porcos pastando. 31E os demônios o rogavam, dizendo: Se nos lanças daqui, manda-nos para a manada dos porcos. 32E ele lhes disse: Ide. E saindo eles se foram aos porcos, e no mesmo ponto toda a manada correu imcidades, e dos povoados, para que os cadáveres não infeccionasem o ar com a sua corrupção, e porque os que se chegavam a ele ficavam impuros, segundo a lel. Nura 19, 11. petuosamente por um despenhadeiro a precipitar-se no mar: E morreram afogados nas águas.* 33E os pastores fugiram: E vindo à cidade, contaram tudo, e o sucesso dos que tinham sido endemoninhados. 34E logo toda a cidade saiu a encontrar-se com Jesus: E quando o viram, pediram-lhe que se retirasse do seu terno. 1•. Entrando em uma barca, passou à outra banda, e foi à sua cidade.. 2 E eis-que lhe apresentarani um paralítico, que jazia em um leito. E vendo Jesus a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem confiança, perdoados te são teus pecados. 3 E logo alguns dos escribas disseram dentro de "si: Este blasfema.: 4 E como visse Jesus os pensamentos deles, disse: Por que cogitais mal nos vossos corações? • E FOI A SÍA CIDADE — A Cafarnaum, onde costumava habitar. A FÉ DELES — A do paralítico, é a dos que o traziam.
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