Ano A · Semana I
Memórias facultativasSão Beda Venerável, presbítero e doutor da Igreja · São Gregório VII, papa · Santa Maria Madalena de Pazzi, virgem
Onde participar da Missa neste diaLeituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB5A palavra doce multiplica os amigos, e mitiga os inimigos: E a língua discreta no homem bom produz abundantes frutos. 6Sejam muitos os amigos, com quem tu vivas em paz, e seja teu conselheiro um dentre mil. 7Se queres ter um amigo, toma-o depois de o teres provado, e não te fies logo dele. 8Porque tal amigo há que o não é, senão enquanto misso acha a sua conveniência, e ele deixará de o ser no •dia da tribulação. 9E tal amigo há que se muda em inimigo: E tal amigo há que descobrirá o seu ódio e as suas reixas e injúrias. 10E tal amigo há que só o é para a mesa, e que o não será no dia da tribulação. 11Se o teu amigo perseverar firme, será para ti como um igual: E nas tuas coisas domésticas obrará com confiança: 12Se ele se humilhar diante de ti, e se esconder da tua presença, terás uma amizade boa e sincera. 13Separa-te dos teus inimigos, e está alerta com •os teus amigos. 14O amigo fiel é uma forte proteção: E quem o achou, achou um tesouro. 15Nada se pode comparar com um amigo fiel, e •o ouro e a prata não merecem ser postos em balança comn a sinceridade da sua fé. 16O amigo fiel é um medicamento de vida, e de imortalidade: E os que temem o Senhor, acharão um tal amigo. 17O que teme a Deus terá igualmente boa amizade: Porque a ele será conforme o seu amigo.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
12Bendito és, Senhor: Ensina-me as tuas justificações.
16Nas tuas justificações meditarei: Não me esquecerei das tuas palavras. "sejam firmados", assegurados. Quer dizer: ilas para isto é necessário que sejas tu mesmo o que encaminhes os meus passos, para que não ponha o pé onde, escorregando, me precipite. — I. Scio.
18Tira o véu dos meus olhos: E eu considerarei as maravilhas da tua lei.
27Instrui-me no caminho das tuas justificações: E exercitar-me-ei nas tuas maravilhas.
34Dá-me inteligência, e estudarei na tua lei: E a guardarei de todo o meu coração.
35Guia-me pela vereda dos teus mandamentos: Porque essa mesma desejei.
17Santifica-os na verdade. A tua palavra é a verdade.
1Jesus se pôs a caminho e foi dali para a região da Judéia, pelo outro lado do rio Jordão. As multidões mais uma vez se ajuntaram ao seu redor, e ele, como de costume, as ensinava. 2Aproximaram-se então alguns fariseus e, para experimentá-lo, perguntaram se era permitido ao homem despedir sua mulher. 3Jesus perguntou: “Qual é o preceito de Moisés a respeito?” 4Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever um atestado de divórcio e despedi-la”. 5Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés escreveu este preceito. 6No entanto, desde o princípio da criação Deus os fez homem e mulher. 7Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, 8e os dois formarão uma só carne; assim, já não são dois, mas uma só carne. 9Portanto, o que Deus uniu o homem não separe!” 10Em casa, os discípulos fizeram mais perguntas sobre o assunto. 11Jesus respondeu: “Quem despede sua mulher e se casa com outra, comete adultério contra a primeira. 12E se uma mulher despede seu marido e se casar com outro, comete adultério também”.
Padroado
Padroado