Ano A · Semana I
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1É de saber que a serpente era o mais astuto de todos os animais da terra, que Deus tinha feito: e ela disse à mulher: Por que vos proibiu Deus que não comêsseis do fruto de todas as árvores do paraíso? 2Respondeu-lhe a mulher: Nós comemos dos frutos das árvores, que há no paraíso. 3Mas do fruto da árvore. que está no meio do paraíso, Deus nos proibiu não comêssemos, nem a tocássemos, sob pena de morrermos. 4Mas a serpente disse à mulher: Bem podeis estar seguros que não haveis de morrer: 5porque Deus sabe que tanto que vós comerdes desse frito, se abrirão vossos olhos; e vós sereis como uns deures pelo conhecimento, que tereis do bem e do mal. 6A milher, pois, vendo que o fruto daquela árvore era bom para se comer, e era formoso, e agradável à vista, tomou dele, e comeu, e deu a seu marido, que. comeu do mesmo fruto como ela. 7No mesmo ponto se lhes abriran, os olhos, e ambos conheceram que estavam nus; e tendo cosido umas com outras, umas folhas de figueira, fizeram delas umas cintas. 8E Adão, e sua mulher, como tivessem ouvido a voz. do Senhor Deus, que andava pelo paraíso, ao tempo que se levantava a viração depois do mcio-dia, se esconderam da face do Senhor Deus entre as árvores do paraíso.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas: E cujos pecados são cobertos.
2Bem-aventurado o homem, a quem o Senhor não imputou pecado, e cujo espírito é isento de dolo.
5Eu te manifestei o meu pecado: E não ocultei a minha injustiça. Eu disse: Confessarei ao Senhor contra mim a mi- nha injustiça: E tu me perdoaste a impiedade do meu pecado.
6Por isso orará a ti todo o santo no tempo oportuno. Mas na inundação das muitas águas, a ele não se chegaram.
7Tu és a meu refúgio na tribulação, que me cercou: Alegria minha, livra-me dos que me cercam.
14E uma mulher, por nome Lidia, da cidade dos Tiatirenos, que comerciava em púrpura, serva de Deus, ouviu: O Senhor lhe abriu o coração, para atender àquelas coisas que por Paulo eram ditas. •
31E Jesus, tornando a sair do termo de Tiro, veio por Sidônia ao mar de Galiléia, passando pelo meio do território de Decápolis. 32E lhe trouxeram um surdo e mudo, e lhe rogavam que pusesse a mão sobre ele. 33Então Jesus, tirando-o de entre o povo e tomando-o de parte, meteu-lhe os seus dedos nos ouvidos: E cuspindo, pôs-lhe da sua saliva sobre a língua: 34E levantando os olhos ao Céu, deu um suspiro, e dișse-lhe: Ephphetha, que quer dizer, abre-te. 35E 11o mesmo instante se lhe abriram os ouvidos, e se lhe soltou a prisão da lingua, de sorte que entrou a falar expeditamente. 36E mandou-lhes que a ninguém o dissessem. Porém quanto mais Jesus lho defendia, tanto mais eles o publicavam. 37E tanto mais se admiravam, dizendo: Ele tudo tem feito bem: Fez não só que ouvissem os surdos, mas que falassem os mudos.