Santa Catarina de Alexandria, virgem e mártir
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Ano C · Semana II
Memórias facultativasSanta Catarina de Alexandria, virgem e mártir
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB4Essas duas testemunhas são as duas oliveiras e os dois candelabros que estão diante do Senhor da terra. 5Se alguém quiser prejudicá-las, de sua boca sairá um fogo que devorará seus inimigos. Sim, se alguém quiser fazer-lhes mal, é assim que vai morrer. 6Elas têm o poder de fechar o céu, de modo que não caia chuva alguma enquanto durar a sua missão profética. Elas têm também o poder de transformar as águas em sangue. E sempre que quiserem, podem ferir a terra com todo tipo de praga. 7Quando elas terminarem o seu testemunho, a fera que sobe do Abismo vai combater contra elas, as vencerá e as matará. 8E os cadáveres das duas testemunhas vão ficar expostos na praça da grande cidade, que se chama, simbolicamente, Sodoma e Egito, e na qual foi crucificado também o Senhor delas. 9Gente de todos os povos, raças, línguas e nações, verá seus cadáveres durante três dias e meio, e não se permitirá que os corpos sejam sepultados. 10Os habitantes da terra festejarão sua morte, darão parabéns uns aos outros e trocarão presentes, pois esses dois profetas estavam atormentando os habitantes da terra”. 11Depois dos três dias e meio, um sopro de vida veio de Deus, penetrou nos dois e eles ficaram de pé. Um grande medo caiu sobre todos os que olhavam para eles. 12Ouviram então uma voz forte vinda do céu e chamando os dois: “Subi para cá!” Eles subiram ao céu, na nuvem, à vista dos seus inimigos.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Contra Golias. Bendito scja o Senhor Deus meu, que adestra as minhas mãos para a batalha, e os meus dedos para a guerra.
2Ele para mim é misericórdia, e o meu refúgio: Amparador meu, libertador meu: Protetor meu, e nele esperei: Ele o que submete o meu povo à minha autoridade.
9O Deus, eu te cantarei uma nova canção: Com • salterio de dez cordas te louvarei.
10Tu que dás saúde aos reis: Que redimiste a Davi teu servo da espada maligna,
27Aproximaram-se de Jesus alguns saduceus, os quais negam a ressurreição, 28e lhe perguntaram: “Mestre, Moisés deixou-nos escrito: ‘Se alguém tiver um irmão casado e este morrer sem filhos, deve casar-se com a mulher para dar descendência ao irmão’. 29Ora, havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu, sem deixar filhos. 30Também o segundo 31e o terceiro se casaram com a mulher. E assim os sete: todos morreram sem deixar filhos. 32Por fim, morreu também a mulher. 33Na ressurreição, ela será esposa de qual deles? Pois os sete a tiveram por esposa”. 34Jesus respondeu-lhes: “Neste mundo, homens e mulheres casam-se, 35mas os que forem julgados dignos de participar do mundo futuro e da ressurreição dos mortos não se casam; 36e já não poderão morrer, pois serão iguais aos anjos; serão filhos de Deus, porque ressuscitaram. 37Que os mortos ressuscitam, também foi mostrado por Moisés, na passagem da sarça ardente, quando chama o Senhor de ‘Deus de Abraão, Deus de Isaac e Deus de Jacó’. 38Ele é Deus não de mortos, mas de vivos, pois todos vivem para ele”. 39Alguns escribas responderam a Jesus: “Mestre, falaste muito bem”. 40E não mais tinham coragem de lhe perguntar coisa alguma.
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