Ano C · Semana II
Memórias facultativasPrimeiros mártires da Igreja de Roma
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1Aconteceu pois que no ano nono do seu reinado, no decimo dia do décimo mês, veio Nabucodonosor rei de Babilônia, ele e todo o seu exército contra Jerusalém, e lhe pôs cerco; e levantaram trincheiras ao redor dela. 2E a cidade ficou fechada e circunvalada até o undécimo ano do rei Sedecias, 3no dia nove do mês: E a cidade se viu apertada da fome, nem havia pão para o povo da terra. (I) 4E abriu-se brecha na cidade: E todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta, que está entre os dois muros perto do jardim do rei (enquando os caldeus apertavam o cerco da cidade), fugiu pois Sedecias pela estrada, que vai para as campinas do deserto. 5E o exército dos caldeus foi em seguimento do rei, e o alcançou na planície de Jericó e todos os guerreiros que estavam com ele, foram desmantelados, e o desampararam. 6Tendo pois apanhado às mãos o rei, o levaram a Reblata ao rei de Babilônia: O qual lhe pronunciou a sua sentença. 7E matou os filhos de Sedecias à vista dele, e vazou-lhe os olhos, e o prendeu com cadeias, e o levou para Babilônia. 8No dia sétimo do quinto mês, que é o décimo nono ano do rei de Babilônia, veio a Jerusalém Nabuzardan, general do exército, e servo do rei de Babilônia. 9E queimou a casa do Senhor, e a casa do rei: E as casas de Jerusalém, e entregou às chamas todos os edifícios. 10E todo o exército dos caldeus, que estava com o general da tropa, deitou abaixo em roda os muros de Jerusalém. 11E Nabuzardan, general do exército, transportou todo o: resto do povo, que tinha ficado na cidade e os fiando no socorro do Egito, Sedecias tinha recusado entregar-se cordo Ibe aconselhou Jer 21, 37.38. desertores, que se tinham passado ao rei de Babilônia, e o resto da plebe.* 12E dos pobres da terra deixou para cultivarem as vinhas e os campos.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Junto dos rios de Babilônia, ali nos assentamos e pusemos a chorar: Lembrando-nos de Sião:
2Nos salgueiros que há no meio dela. penduramos nossas harpas.
3Porque ali nos pediram os que nos levaram cativos, palavras de canções: E os que por força nos levaram, disseram: Cantai-nos um hino dos cânticos de Sião.
4Como cantaremos o cântico do Senhor em terra alheia?
5Se me esquecer de ti, Jerusalém, a esquecimento seja entregue a minha direita.
6Fique pegada a minha língua às minhas fauces, se eu me não lembrar de ti: Se não me propuser a Jerusalém, como principal objeto da minha alegria.
1E depois que Jesus desceu do monte, foi muita a gente do povo que o seguiu: 2E eis-que vindo um leproso, o adorava, dizendo: Se tu queres, Senhor, bem me podes limpar. 3E Jesus estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Pois eu quero. Fica limpo. E logo ficou limpa toda a sua lepra. 4Então lhe disse Jesus: Vê não o digas a alguém: Mas vai, mostra-te ao sacerdote, e faze a oferta que ordenou Moisés, para lhes servir de testemunho a eles.