Ano C · Semana II · Dia de preceito
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB4E me foi dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: 5Antes que eu te formasse no ventre de tua mãe. te conheci: E antes que tu saísses da clausura do ventre materno, te santifiquei, e te estabeleci Profeta entre as gentes. 17Tu pois cinge os teus rins, e levanta-te, e dize-lhes tudo o que eu te mando. Não temas diante deles: Porque eu farei que tu não temas a sua presença. 18Porquanto eu te pus hoje como uma cidade fortificada, e como uma coluna de ferro, e como um muro de bronze, sobre toda a terra, a respeito dos reis de Judá, dos seus príncipes, e sacerdotes, e do seu povo. 19E pelejarão contra ti, mas não prevalecerão: Por-que eu sou contigo para te livrar, diz o Senhor.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Em ti me refugio, SENHOR, que eu não seja confundido para sempre.
2Liberta-me, defende-me pela tua justiça, atende-me e salva-me.
3Sê para mim uma rocha de defesa, uma fortaleza para a minha salvação, porque és meu rochedo e meu refúgio.
4Meu Deus, salva-me da mão do ímpio, do poder do malvado e do opressor.
5És tu, Senhor, a minha esperança, és minha confiança, SENHOR, desde a minha juventude.
6Sobre ti me apoiei desde o seio materno, desde o colo de minha mãe és minha proteção; em ti está sempre o meu louvor.
15Minha boca anunciará a tua justiça, sempre proclamará a tua salvação, que não sei avaliar.
17Tu me instruíste, ó Deus, desde a minha juventude e ainda hoje proclamo os teus prodígios.
Ou: 1Cor 13,4-13
31Aspirai aos dons mais elevados. E vou ainda mostrar-vos um caminho incomparavelmente superior. 13,1Se eu falasse as línguas dos homens e as dos anjos, mas não tivesse amor, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine. 13,2Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de remover montanhas, mas não tivesse amor, eu nada seria. 13,3Se eu gastasse todos os meus bens no sustento dos pobres e até me entregasse como escravo, para me gloriar, mas não tivesse amor, de nada me aproveitaria. 13,4O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; 13,5não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não leva em conta o mal sofrido; 13,6não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. 13,7Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo. 13,8O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. 13,9Com efeito, o nosso conhecimento é limitado, como também é limitado nosso profetizar. 13,10Mas, quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito. 13,11Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. 13,12Agora nós vemos num espelho, confusamente; mas, então, veremos face a face. Agora, conheço apenas em parte, mas, então, conhecerei completamente, como sou conhecido. 13,13Atualmente permanecem estas três: a fé, a esperança, o amor. Mas a maior delas é o amor.
21Então, começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir.” 22Todos testemunhavam a favor dele, maravilhados com as palavras cheias de graça que saíam de sua boca. E perguntavam: “Não é este o filho de José”? 23Ele, porém, dizia: “Sem dúvida, me citareis o provérbio: ‘Médico, cura-te a ti mesmo’. Tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum, faze também aqui, na tua terra!” 24E acrescentou: “Em verdade, vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra. 25Ora, a verdade é esta que vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e uma grande fome atingiu toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado o profeta Elias, senão a uma viúva em Sarepta, na Sidônia. 27E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel, mas nenhum deles foi curado, senão Naamã, o sírio”. 28Ao ouvirem estas palavras, na sinagoga, todos ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no para o alto do morro sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de empurrá-lo para o precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.