Ano B · Semana I
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Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB1Toda a sabedoria vem do Senhor Deus, e com ele esteve sempre, e está antes de todos os séculos. 2Quem contou a areia do mar e as gotas da chuva, e os dias do século? Quem mediu a altura do Céu, e a largura da terra, e a profundidade do abismo? 3Quem penetrou a sabedoria de Deus, a qual precede todas as coisas? 4A sabedoria foi criada primeiro que todas as coisas, e o entendimento da prudência é desde o principio. 5A fonte da sabedoria é o Verbo de Deus nos céus, e a sula entrada são os mandamentos eternos. 6A quem foi descuberta a raiz da sabedoria, e quem conheceu as suas astúcias? 7A quem foi revelada e manifestada a disciplina da sabedoria? E quem compreendeu a multiplicidade dos seus passos? 8Um só, que é o altíssimo Criador onipotente, e rei poderoso: E muito para ser temido, que está assentado sobre o seu trono, e Deus que domina. 9Ele mesmo é o que a criou no Espirito Santo, e o que a viu, e o que a contou, e o que a mediu. 10Ele a difundiu por todas as suas obras, e por toda a carne, segundo a repartição que fèz dela, e ele a deu aos que a amam.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1O Senhor reinou, vestiu-se de magnificência: Vestiu-se o Senhor de fortaleza, e cingiu-se. Porque firmou a redondeza da terra, que não será comovida.
2Desde então se estabeleceu o teu trono: tu és desde a eternidade.
5Os teus testemunhos se têm feito criveis em grazde maneira: À tua casa convém santidade, Senhor, por diuturnidade de dias. Salmo do mesmo Davi, Para o dia quarto da semana.
10E que agora foi manifestada pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual na verdade destruiu a morte, e tirou à luz a vida, e a imortalidade pelo Evangelho:
13E vindo a seus discípulos, viu perto deles uma grande multidão de gente, e que os escribas estavam disputando comn eles. 14E logo todo o povo vendo a Jesus, ficou espantado, e todos se encherain de temor, e correndo a ele o saudavam. 15E ele perguntou-lhes: Que é o que estais disputando entre vós outros? 16E respondendo um dentre a gente, disse: Mestre, eu te trouxe meu filho, possuído de um espírito mudo: 17O qual onde quer que o apanha, o lança por terra, e o moço deita escuma pela boca e range os dentes; e vai-se mirrando: E roguei a teus discípulos que o expelissem, e eles não puderam. 18Respondendo-lhes Jesus, disse: O' geração incrédula, até quando hei de eu estar convosco? Até quando vos hei de sofrer? Trazei-mo cá 19Trouxeram-lho então. E ainda bem ele não tinha visto a Jesus, quando logo o espírito imundo o começou a agitar com violência: Até que caiu por terra, onde • se revolvia babando-se todo. 20E perguntou Jesus ao pai dele: Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse: Desde a infância: 21E o demônio o tem lançado muitas vezes no fogo, e muitas na água, para o matar: Porém se tu podes alguma coisa, ajuda-nos, tem compaixão de nós. 22Disse-lhe pois Jesus: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê 23E imediatamente o pai do moço gritando, dizia com lágrimas: Sim, Senhor, eu creio: Ajuda tu a minha incredulidade. 24E Jesus vendo que o povo concorria, ameaçou o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito surdo, e mudo, eu te mando, sai desse moço: E não tornes à entrat nete. 25Então dando gřandes gritos, e mältratando-o muito, saiu dele, e ficou como imorto, de sorte que muitos diziam: Está morto 26Porém tomando-o Jesus pela mão, o levantou, e ele se ergueu. 27E depois que entrou em casa, perguntaram-lhe seus discípulos particularmente: Por que o não pudemos nós expelir?..•. 2.s. 28E ele lhes disse: Esta casta de demônios não se pode fazer sair, senão à força de oração, e de jejum.
Ou: At 1,12-14
9Mas o SENHOR Deus chamou o homem e perguntou: “Onde estás?” 10Ele respondeu: “Ouvi teu ruído no jardim. Fiquei com medo, porque estava nu, e escondi-me”. 11Deus perguntou: “E quem te disse que estavas nu? Então comeste da árvore, de cujo fruto te proibi comer?” 12O homem respondeu: “A mulher que me deste por companheira, foi ela que me fez provar do fruto da árvore, e eu comi”. 13Então o SENHOR Deus perguntou à mulher: “Por que fizeste isso?” E a mulher respondeu: “A serpente enganou-me, e eu comi”. 14E o SENHOR Deus disse à serpente: “Porque fizeste isso, serás maldita entre todos os animais domésticos e entre todos os animais selvagens. Rastejarás sobre teu ventre e comerás pó todos os dias de tua vida. 15Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”. 20O homem chamou à sua mulher “Eva”, porque ela se tornou a mãe de todos os viventes.
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Salmo dos filhos de Coré. Cântico. Os fundamentos dela estão sobre os morites Santos:
2Ama o Senhor as portas de Sião sobre todos os Tabernáculos de Jacó.
3Coisas gloriosas se têm dito de ti, ó cidade de Deus. traduzido de vinte maneiras diversas. Boulleret — Les Psuumes selon la Vulgate. Uns consideram-no como um hino de glória a Jerusalém e uma profecia de conversão dos gentios; outros a ruína de Senaquerib.
5Porventura não se dirá a Sião: Homem e homem nasceu nela: E o mesmo Altíssimo a fundou?
6O Senhor nas descrições dos povos, e dos príncipes dirá o número daqueles que estiverem nela.
7Alegram-se todos os que habitam em ti.. Cântico de salmo. Ao regente do coro.
25Entretanto estavam em pé junto à Cruz de Jesus sta mãe, e irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena.. 26Jesus pois tendo visto sua mãe, e ao discípulo que ele amava, o qual estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí teu filho. 27Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desta hora em diante a tomou o discípulo para sua casa. 28Depois sabendo Jesus que tudo estava cumprido, para se cumprir uma palavra, que ainda restava das Escritura, disse: Tenho sede. 29Tinha-se porém ali posto um raso cheio de vinagre. Então os soldados ensopavam no vinagre uma esponja, e atando-a a um hissopo lha chegaram à boca. 30Jesus porém havendo tomado o vinagre, disse: Tudo está cumprido. E abaixando a cabeça, rendeu o espírito. 31E os judeus (porquanto era a preparação) para que não ficassem os corpos na cruz em dia de sábado mãe, e à sua mãe dá-lhe um filho que ela muito amara. Mas estas palavras de Jesus, pronunciadas nos últimos momentos da sua vida (porque aquele dia de sábado era de grande solenidade), rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e que fossem dali tirados. 32Vieram pois os soldados: E quebraram as pernas ao primeiro, e ao outro, que com ele fora crucificado. 33Tendo vindo depois a Jesus, como viram que estava já morto, não lhe quebraram as pernas. 34Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água.