Santo Oscar de Hamburgo, bispo
Padroado
- Escandinávia
Ano A · Semana II
Memórias facultativasSão Brás, bispo e mártir · Santo Oscar de Hamburgo, bispo
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB9Aconteceu pois que indo Absalão montado num macho se encontrou com a gente de Davi: E tendo entrado o macho por baixo dum espesso e grande carvalho, se lhe embaraçou a cabeça no carvalho: E passando adiante o macho em que ia montado, ficou pendurado entre o Céu e a terra. 10Vendo porém isto um homem, avisou a Joab, dizendo: Eu vi Absalão pendurado dum carvalho. 14E disse Joab: Não será assim como tu queres, mas à tua mesma vista o matarei. Tomou pois na mão três lanças, e traspassou com elas o coração de Absalão: E quando ele ainda palpitava pendurado no carvalho, 24Davi porém estava assentado entre as duas portas: I a sentinela, que estava em cima da muralha no alto da porta, levantando os olhos, viu vir um homem correndo só. 25E clamando o disse ao rei, e o rei respondeu: Se ele vem só, traz alguma boa nova. Vindo ele a grã pressa, e estando já próximo, 30O rei lhe disse: Passa, e espera aqui. Tendo ele passado, e estando posto no seu lugar, 31apareceu Cusi: E chegando disse: O' rei meu senhor, trago-te uma boa nova: Porque o Senhor julgou hoje em teu favor vingando-te da mão de todos aqueles que se sublevaram contra ti. 32E o rei disse a Cusi: E vivo o moço Absalão? Cusi respondendo-lhe, disse: Assim suceda aos inimigos do rei meu senhor, e a todos os que se sublevam contra ele.para o perderem, como sucedeu arquele mancebo. 19,1Noticiaram pois a Joab que o rei chorava e lamen- 19,2E a vitória se converteu em luto naquele dia para todo o povo: Porque o povo ouviu dizer naquele dia: O rei está de nojo por seu filho. 19,3E o povo se absteve aquele dia de entrar na ciciadle, como costuma abster-se um povo derrotado e que foge da batalha. • Mas o rei estava com a cabeça coberta, e dizia a alta voz: Meu filho Absalão, Absalão meu filho, filho meu. 5 Mas Joab entrando no quarto à presença do rei, disse: Tu cobriste hoje de confusão a todos os teus serros, que salvaram a tua vida, e a vida de teus filhos, e de tuas filhas, e a vida de tuas mulheres, e a vida de tuas concubinas. 6 Amas aos que te aborrecem, e aborreces aos que te amam: E mostraste hoje que se te não dá nem dos teus oficiais: E na verdade conheci agora, que se Absalão vivesse, e todos nós fôssemos mortos, então ficárias tu contente. 7 Agora pois levanta-te, e sai, e falando satisfaze a teus servos: Porque eu te juro pelo Senhor, que se não saires, nem sequer um homem ficará contigo esta noite: E isto te será pior do que todos os males, que têm vindo sobre ti, desde a tua mocidade até o presente. 8 O rei pois se levantou e se assentou à porta: E avisou-se a todo o povo que o rei estava sentado à porta: E toda a multidão veio apresentar-se diante do rei: Mas os de Israel se retiraram às suas tendas. quanto vivo osperava que Deus o convertesse do seu péssimo procodimento. Agora quo o vê morrer impenitente, chorn como bom pal a eterna condenação do sea filho". Santo Agostinho. L.o II, Contra a Epístola de Gaudêncio, c. 14. COM
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
1Inclina, Senhor, o teu ouvido, e ouve-me: Porque eu sou desvalido, e pobre.
2Guarda a minha alma, porque sou santo: Salva-me, Deus meu, a mim teu servo, que espero em ti.
3Senhor, tem misericórdia de mim, por que a ti clamei todo o dia:
4Alegra a alma do teu servo, porque a ti, Senhor. levantei a minha alma.
5Porque tu, Senhor, és suave, e brando: E de muita misericórdia para todos os que te invocam.
6Percebe, Senhor, nos teus ouvidos a minha oração: E atende à voz do meu humilde rogo.
17Para se cumprir o que estava anunciado pelo profeta Isaías, que diz: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades: E carregou com as nossas doenças.
21Jesus passou novamente para a outra margem, e uma grande multidão se ajuntou ao seu redor. Ele estava à beira-mar. 22Veio então um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Vendo Jesus, caiu-lhe aos pés 23e suplicava-lhe insistentemente: “Minha filhinha está nas últimas. Vem, impõe as mãos sobre ela para que fique curada e viva!” 24Jesus foi com ele. Uma grande multidão o acompanhava e o apertava de todos os lados. 25Estava aí uma mulher que havia doze anos sofria de hemorragias 26e tinha padecido muito nas mãos de muitos médicos; tinha gastado tudo o que possuía e, em vez de melhorar, piorava cada vez mais. 27Tendo ouvido falar de Jesus, aproximou-se, na multidão, por detrás e tocou-lhe no manto. 28Ela dizia: “Se eu conseguir tocar na roupa dele, ficarei curada”. 29Imediatamente a hemorragia estancou, e a mulher sentiu dentro de si que estava curada da doença. 30Jesus logo percebeu que uma força tinha saído dele e, voltando-se para a multidão, perguntou: “Quem tocou na minha roupa”? 31Os discípulos disseram: “Tu vês a multidão que te aperta, e ainda perguntas: ‘Quem me tocou?’” 32Ele olhava ao redor para ver quem o havia tocado. 33A mulher, tremendo de medo ao saber o que lhe havia acontecido, veio, caiu-lhe aos pés e contou toda a verdade. 34Jesus então disse à mulher: “Filha, a tua fé te salvou. Vai em paz e fica livre da tua doença”. 35Enquanto ainda estava falando, chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga dizendo: “Tua filha morreu. Por que ainda incomodas o mestre?” 36Jesus ouviu a notícia e disse ao chefe da sinagoga: “Não tenhas medo, somente crê”. 37Ele não permitiu que ninguém o acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e seu irmão João. 38Quando chegaram à casa do chefe da sinagoga, Jesus viu a agitação, pois choravam e lamuriavam muito. 39Entrando na casa, ele perguntou: “Por que essa agitação, por que chorais? A menina não morreu, ela dorme”. 40E começaram a zombar dele. Afastando a multidão, levou consigo o pai e a mãe da menina e os discípulos que o acompanhavam. Entrou no lugar onde estava a menina. 41Pegou a menina pela mão e disse-lhe: “Talitá cum!” (que quer dizer: “Menina, eu te digo, levanta-te”). 42A menina logo se levantou e começou a andar — já tinha doze anos de idade. Ficaram extasiados de tanta admiração. 43Jesus recomendou com insistência que ninguém soubesse do caso e falou para que dessem de comer à menina.
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