Ano A · Semana II
Leituras em revisão
Leituras provisórias: as referências ainda não foram conferidas com o Lecionário impresso. Texto bíblico da tradução de Figueiredo (domínio público); confira a Liturgia Diária da CNBB.
Abrir na Liturgia Diária da CNBBLeituras na tradução oficial da CNBB, as mesmas proclamadas nas missas do Brasil (fonte: Liturgia Diária; © CNBB, todos os direitos reservados).
Abrir na Liturgia Diária da CNBB3Tomando Saul pois consigo três mil homens esco• Ihidos de todo o Israel, saiu a buscar a Davi e à sua gente, até sobre os rochedos mais escarpades onde só podem subir as cabras montesas. 4E chegou a uns currais de ovelhas, que encontrou no caminho: E havia lá uma cova onde entrou Satil, a fazer as suas necessidades: Mas Davi é os seus estavar escondidos no interior da mesma cova. 5E disseram a Davi os seus criados: Eis-aqui o dia, do qual o Senhor te disse: Eu te entregarei o teu inimigo, para fazeres dele o que bem te parecer. Chegou-se pois Davi, e cortou muito de mansinho a orla do manto de Saul. 6E logo depois bateu o coração de Davi. por ter •cortado a orla do manto de Saul. 7E disse para a sua gente: Deus me guarde de que eu faça uma tal coisa ao que é meu amo, ao ungido do Senhor, nem que eu. estenda a mão contra ele, pois é o Cristo do Senhor. 8E com estas palavras conteve Davi os seus, e impediu que eles se lançassem sobre Saul: Pelo que Saul, saindo da caverna. prosseguia o ser caminho. 9Levantou-se também Davi depois dele: E tendo saído da caverna, gritou por detrás das costas de Saul, dizendo: Rei, meu.senhor. E olhou Saul para trás: e Davi, abaixando-se até o chão, lhe fez uma profunda reverência, 10e disse a Saul: Por que dás tu ouvidos às palavras dos que te dizem: Davi intenta fazer-te mal? 11Eis-aqui viste tu hoje com os teus olhos que o Senhor te entregou nas minhas mãos na caverna: e eu mesmo tive pensamentos de te matar, mas não o quis fazer: Porque disse: Não estenderei a mão sobre meu amo, porque é o ungido do Senhor. 12Antes vê, meu pai, e reconhece se é a orla do teu manto esta que tenho na minha mão: pois cortando a extremidade do teu vestido não quis estender a minha mão contra ti: adverte pois, e olha, que eu não sou culpável de algum mal, nem de alguma injustiça, e que não pequei contra ti: Mas tu andas buscando os meios de me tirares a vida. 13O Senhor seja o juiz entre mim e ti, e o Senhor me vingue de ti: mas nunca a minha mão seja contra ti. de Davi a ele, e mesino o verbo empregado nakah, significa percutere, mas também palpitare (cor). Cir. Leopoldo, ob. cit.; com 14E assim como se diz em antigo provérbio: Dos impios sairá a impiedade: Mas nunca a minha mão seja contra ti.. 15A quem persegues tu, ó rei de Israei? a quem persegues? Persegues a um cão morto, e a uma pulga. 16Seja o Serihor juiz, e julgue entre mim e ti: e veja, e julgue a minha causa, e me livre das tuas mãos. 17Como pois tivesse Davi acabado de dizer a Saul estas palavras, disse Saul: Porventura é esta a tua voz, ó meu filho Davi? E levantou Saul a sua voz, e chorou: 18E disse a Davi: Tu és mais justo do que eu: Porque tu só me tens feito bem: e eu só te tenho feito mal. 19E tu mostraste hoje os bens que me tens feito: Pois que tendo-me o Senhor entregue nas tuas mãos, tu me não tiraste a vida. 20Porque quem há que achando a seu inimigo, o deixe ir sem lhe fazer mal? Mas o Senhor te pague esta benevolência, pelo que hoje obraste para comigo. 21E agora porque sei que certissimamente hás-de reinar, e que hás-de ter em tua mão o reino de Israel:
O refrão do salmo não está disponível aqui (texto do Lecionário da CNBB). Confira na Liturgia Diária.
2Tem piedade de mim, i Deus, tem piedade de mim: Porque em ti confia a minha alma.. E na sombra das tuas asas esperarei, até que passe a iniquidade.
3Clamarei ao Déus altíssimo: Ao Deus que me fez bens.
4Enviou desde o céu, e livrou-me: Cobriu de opróbrio aos que me pisavam. Enviou Deus a sua misericórdia, e a sua verdade,
6Exalta-te a ti; ó Deus, sobre os céus: E brilhe a tua glória por toda a terra.
11Porque a tua misericórdia tem sido engrandecida até aos céus, e a tua verdade até às nuvens.
19Porque certamente Deus estava em Cristo reconciliando o mundo consigo, não lhes imputando os seus pecados, e ele é o que pôs em nós a palavra da reconciliação.
13Depois, tendo subido a um monte, chamou Jesus para si os que quis: E vieram a ele. 14E escolheu doze para que andassem com ele: E ' para os enviar a pregar. 15E lhes deu o poder de curar enfermidades e de expelir demônios. • 16A saber, a Simão, a quem pôs o none de Pedro: 17E a Tiago, filho de Zebedeu, e a João, irmão de Tiago, aos quais ele deu o nome de Boanerges, que quer dizer, filhos do trovão: • 18E a André, e a Filipe, e a Bartolomeu, e a Mateus, e a Tomé, e a Tiago, filho de Alfeu, e a Tadeu, e a Simão Cananeu: 19E a Judas Iscariotes, que foi o mesmo que o entregou.